Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
10
Abr 17

Não me parece útil a personalização da crítica mas, na verdade, as capacidades de comunicação de João Rocha foram uma menos valia na discussão.

De qualquer modo, mais importante que isso, para mim, foi a conclusão da diminuta força de lobbying político da região em grande parte devida à desunião das diferentes forças políticas e dos seus agentes locais.

Estou em Beja parcialmente e há muito pouco tempo mas essa constatação tem sido das piores coisas que por aqui encontrei. Uma região extensa, com baixa densidade populacional e de acessos muito difíceis tem sempre muito mais dificuldade em se fazer ouvir, se a isso juntarmos a presença de um caciquismo local poderoso e um precário exercício de cidadania a tendência é piorar. Iniciar e manter querelas de pequena política não é um meio razoável e eficaz para melhorar o estado das coisas. E ó se Beja - cidade e distrito - merece e precisa.

PS: Gosto desta terra, gosto das gentes desta terra que tão bem me têm tratado.

Ana Matos Pires a 9 de Abril de 2017 às 13:11, AQUI.

publicado por Zé LG às 12:41
Presença de um caciquismo local poderoso e um precário exercício de cidadania, e quem é que pratica o caciquismo local? agora reforçado com os antigos dominadores que depois de serem roubados como eles sempre disseram se metem debaixo dos atuais caciqueiros, como se muda isto se as pessoas que queriam ganhar tudo e enchiam os blogues de criticas e propostas, agora também desapareceram, só avançam quando têm a presa na boca, temos uma cidade de elites sem cultura que se acomodam no seu canto sem qualquer interesse pelos outros.
atento a 10 de Abril de 2017 às 20:49
Os caciques locais, pois 'tá claro eheh. E, para falar verdade, não percebi nada do resto da sua mensagem.
Ora se está numa terra que é só defeitos, desde a união dos políticos, á administração do hospital, ás perspectivas futuras, etc.. pergunto eu... o que é que ainda está aqui a fazer? Não haverá uma outra terra que seja mais adequada á grandiosidade da sua pessoa?
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 00:15
Vexa ou é parvo(a) ou faz-se, ponto.
Eu sou e assumo... agora você, muito mal educada para estar a ofender as pessoas. Quando eu não lhe chamei nome nenhum... ah, mas já agora vou descer ao seu nível: sua badalhoca!
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 00:31
ahahahahahhahaahahahahahhaahahah até me engasguei
(é mesmo parvo(a), definitivamente)
Engasgaste-te? O que é que tinhas na boca sua porcalhona? Ahahahah
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 00:46
Chá, coisa que falta a muita gente.

(não andámos juntos na escola, pois não? não nos conhecemos de lado nenhum, pois não? pois.)
Acho que não, porque eu sou da terra dos tristes.. e estudei sempre por cá.. pronto, bebe o chá mais devagar, assim não te engasgas... podia ter sido com algum pintelho! Ahahahah
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 00:57
Não projete, vá lá, é um mecanismo de defesa desadaptativo, patológico.
Ok, vou seguir o seu conselho.. muito obrigado
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 01:10
De nada, mande sempre, é por bem.
Já estou arrependido de ter brincado consigo, você parece boa pessoa... desculpe, a sério que peço mesmo desculpa
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 01:14
Um bocadinho patetinha, a "brincadeira", mas pronto. Está desculpado. Siga.
Vá, descontraia.. diga lá que não se riu um bocadinho? Obrigado por me desculpar
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 01:28
Não podia estar mais descontraída.

(confesso que não achei grande graça, foi assim uma coisa entre o tolinho e o boring, tudo demasiado óbvio, aposto que sabe fazer melhor - ou espero, vá, por si)
AMP, estou apenas parcialmente de acordo consigo. Temos de chamar as coisas pelos nomes e de facto João Rocha representa o poder local e revelou, mais uma vez, a sua incapacidade em saber comunicar com êxito. Seria fundamental que dominasse os dossiers, que tivesse uma argumentação consistente e um discurso fluente; o impacto mediático seria distinto e os reflexos provavelmente também seriam diferentes.
Quanto ao caciquismo e ao fraco exercício de cidadania, embora nesta zona sejam manifestos, infelizmente, como sabe, são extensivos a todo o País. No campo político isso verifica-se ora para um lado ora para outro, o mesmo é dizer, ora para a direita ora para a esquerda. Trata-se de um fenómeno com explicação histórica, que neste momento não vejo interesse em desenvolver. Em qualquer caso, sempre acrescentarei que é necessária uma mudança efetiva de mentalidades. Futebol, Telenovelas e Raspadinhas, são hoje os verdadeiros opiáceos que “cegam” o nosso Povo e os Mass Media funcionam como verdadeiros instrumentos de gestão dos interesses instalados.
Transformar a sociedade não é uma utopia – saibamos caminhar “de mãos dadas” em torno desse objetivo!
RSLA a 11 de Abril de 2017 às 18:55
Será uma utopia sim, porque é altissimamente improvável que as transformações pessoais operadas, em diferentes momentos e a diferentes velocidades, convirjam em simultâneo produzindo um contexto social totalmente novo.
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 18:59
Não seja pessimista, tem de acreditar em si próprio(a)!
RSLA a 11 de Abril de 2017 às 19:04
O grau de confiança em cada um infelizmente não pode ser generalizado.
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 19:54
O que está mais generalizado é a desconfiança.
Anónimo a 11 de Abril de 2017 às 20:45
Concordo consigo, o "mal" é geral só me parece que aqui, pelas razões que apontei já de si desvantajosas, a necessidade desses efeitos negativos - caciquismo e exercício de cidadania -
serem residuais tinha uma importância acrescida. Ora não só isso não acontece como são particularmente presentes, notórios e relevantes.
Sem dúvida, inteiramente de acordo, mas infelizmente é o que temos. Importa reconhecer esses factos e reagir em moldes construtivos. Dentro ou fora das estruturas partidárias devemos dar o nosso contributo para melhorar a atual situação. Não é fácil e há que ter presente que são processos lentos e desgastantes e, por vezes, perante as adversidades, sentimos vontade de desistir e fazermos como a maioria – cada um por si – mas nesses momentos temos de ser fortes, resistentes e perseverantes. Lutar por uma sociedade melhor deverá constituir o maior desígnio de qualquer ser humano.
RSLA a 11 de Abril de 2017 às 22:13
Sim, desistir nunca pode ser alternativa.
A alternativa algumas vezes só é imaginada depois de desistirmos de insistir sem sucesso.
Anónimo a 12 de Abril de 2017 às 08:43
Exactamente. Tal e qual! Nota-se pelos comentários incomodados que acertou "na mouche"!
eu a 14 de Abril de 2017 às 22:59
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