Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
30
Set 15

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Os cabeças de lista, dos quatros partidos atualmente com assento parlamentar esgrimiram ontem, no debate promovido pela Rádio Voz da Planície de Beja, os argumentos que podem levar os eleitores do distrito a optarem pelas suas candidaturas no dia 4 de outubro. 

 

Dêem a vossa opinião. Digam o que acharam do debate e da prestação de cada um dos candidatos. Se ajudou a esclarecer.

publicado por Zé LG às 08:54
Quem deseja correr com a direita do governo VOTA PS!
Zagalote a 30 de Setembro de 2015 às 10:47
Quem deseja mesmo correr com as politicas de direita não pode votar PS. Vai ter de encontrar forças politicas que sejam mesmo de esquerda, e o PS não o tem sido. Quanto ao debate acho que foi verdadeiramente esclarecedor, cada um deve tirar as suas conclusões. E já agora, parabens a quem organizou o debate, trabalho de profissionais.
Beja a 30 de Setembro de 2015 às 11:23
É muito esclarecedor que quem juntou esforços aos partidos da coligação para que tivessem chegado ao governo continue agora a dizer para não se votar PS. Nos momentos da verdade, quando estão em causa opções políticas bem claras, estas forças que se dizem de esquerda preferem não se unir, continuando a facilitar a vida aos partidos de direita. Se não querem reconhecer a diferença entre o PS e os da PÀF, condenam-se a ter um papel acessório na nossa democracia.
Zibelina a 30 de Setembro de 2015 às 12:29
É muito descaramento o ministro da saúde vir prometer aumentos dos enfermeiros e médico de família para todos na ultima semana da campanha eleitoral! Aos (des)governantes lata não lhes falta!
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 14:49
Quer mesmo discutir quem é que, de forma sistemática, tem juntado esforços aos partidos de direita para implementar as politicas que nos trouxeram aqui? Convença-me lá a votar no PS com as propostas de esquerda do vosso programa. E já agora, os votos não se pedem, conquistam-se. Onde esteve o PS, sim o PS, nos últimos 4 anos, quando o povo português era vitima deste governo? Diga-nos uma acção, uma que seja, que tenham desenvolvido para combater esta politica. Nós sabemos que estavam entretidos internamente em traições palacianas, mas podiam ter dado sinais de vida. Agora, vir pedir os votos da esquerda à boca da urna? Não, não merecem.
Beja a 30 de Setembro de 2015 às 15:02
Na sua essência o debate de ontem correu bem.As prestações foram esclarecedoras para um ouvinte atento e também suficientemente persuasivas se o ouvinte não dá atenção aos pormenores e os "sound bites"próprios de cada partido pretendem prender/cativar ou persuadir os ainda indecisos;aquilo que as claques de cada um deles gosta de ouvir,comentar e transmitir.
Considerando esta última situação não há dúvida que os candidatos do PS e Bloco de Esquerda levaram vantagem.O candidado pelo PC, achei que esteve ontem menos bem relativamente à prestação do anterior debate, mas também disse umas verdades ,aliás se não for ele a dizê-las , quem o fará'?Nós queremos todos ver o nosso Baixo Alentejo(região ou não ,pouco já interessa) erguer uma voz bem alta defendo a nossa terra , a terra de quem a representa.Não houve dúvida que a candidata Nilza de Sena, embora bem, numa performance suave e global, aliás muito associada à sua matriz de formação académica completada com a sua imagem fisica delicada e agradável, esteve menos bem para defender o nosso, e não dela,Baixo Alentejo.
Quero agora referir-me ao Alentejo de Beja ,e não de Évora, quanto aos desejos /projectos e ambições que todos defendem e assumem contribuir para que não nos "falte nada":ele são acessibilidades, empreendedorismo agrícola e já industrial( mas ainda há aqueles pequenos e médios empreendedores!! que não conseguem competir no reino do regadio de Alqueva, por múltiplas factores...) aeroporto integrado e em plena utilização( coisas que ouvimos e desejamos há longos anos atrás) , pleno emprego, crescimento demográfico, rendimento do trabalho sem pesadelos,enfim parece que está quase tudo ...cada um dos candidatos espelhou esta realidade à luz do programa do partido que representa e o vai eleger ou não. Mas que saúde suportará este Baixo Alentejo integrado e desenvolvido? pergunto eu, porque o que ouvi e foi discutido foi muito pouco ou nada. Uma ULSBA , a maior empresa do Distrito,com uma débil situação financeira, fraca e já adoentada em termos de desempenho e motivação dos seus profissionais,sem médicos ,disseram todos, o que vamos querer dela e como vai ela poder responder a tão grandes necessidades ,consequência desse desenvolvimento preconizado e defendido. Sem esquecer ,que a não se verificar esta permissa de desenvolvimento integrado , a tal ULSA tem sempre que responder a necessidades crescentes de uma população envelhecida ,cujos indicadores de morbilidade, apontam cada vez mais para uma resposta eficaz , equitativa e acessível.
MR- AH a 30 de Setembro de 2015 às 17:30
Corrijo premissa.
MR-AH a 30 de Setembro de 2015 às 18:42
Caros Concidadãos: aproxima-se o momento de decidirmos o futuro de Portugal. É isso que verdadeiramente está atualmente em causa. Todos temos a grande responsabilidade de construir para os nossos filhos uma Sociedade e um País em que valha a pena viver. Construir um Portugal em que o trabalho não tenha como finalidade única a sustentabilidade de entidades financeiras. Muitos portugueses labutam no seu dia-a-dia motivados pelo objetivo de erguer um País em que os seus cidadãos trabalhem dignamente e vivam honestamente, certos de que o seu esforço solidário resulte em garantia para as gerações seguintes e em conforto para os mais velhos. Porém, o progresso das sociedades humanas só se realiza com o exercício da cidadania, em múltiplas vertentes. Não vou citar o partido em que deposito a minha confiança para essa construção, pois isso é do conhecimento geral. A diversidade de opiniões é uma das riquezas de um sistema democrático. Apelo, pois, tão veementemente quanto posso, que não deixem de votar no próximo dia 4 de outubro.
Munhoz Frade a 30 de Setembro de 2015 às 15:28
Peço desculpa a M. Frade, mas eu não voto.
Isto porque não concordo com o sistema eleitoral.
Gostaria de votar num candidato independente ou de um qualquer partido que concorresse pelo o meu circulo eleitoral.
E depois sim, um circulo eleitoral nacional, em que votaria no partido que eu mais acreditasse que defendesse os meus intersses e valores, assim como os dos meus concidadãos.
Agora votar num candidato que amanhã não sei se lá está, por que foi para o governo, aarranjou outro lugar melhor ou se foi substituido pelo partido, não.
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 16:49
Mas então como espera que o sistema eleitoral seja mudado?
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 17:11
Caro Munhoz Frade,

sem demagogia e sem precisar de citar em quem confio para essa construção que refere, não consigo passar por aqui sem aplaudir e subscrever este excelente apelo.

João Gaspar a 30 de Setembro de 2015 às 18:22
Como mudo o sistema leitoral?
Não votando, voto nulo ou anulando o voto.

Quando forem mais os não votantes, votos nulos e votos anulados; do que os votantes.
Veremos senão se muda o sistema eleitoral muda ou não muda.
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 22:13
«Quando forem mais os não votantes, votos nulos e votos anulados; do que os votantes.
Veremos senão se muda o sistema eleitoral muda ou não muda.»
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 22:13

Pois olhe que se isso não aconteceu já, na maioria das eleições ultimamente anda lá perto. E não tem mudado absolutamente nada o sistema eleitoral. Acha mesmo que se a abstenção em vez de ser 47% for de 50,1% o sistema eleitoral muda?
João Gaspar a 30 de Setembro de 2015 às 22:33
Só se os partidos politicos, e em particular os da área do poder, não tiverem vergonha alguma na cara.

Se em eleições consecutivos, o povo português lhes der a entender maioritáriamente não se revê neste sistema politico e continuarem a insistir fingindo não perceber. Então só mesmo a Revolução, e se necessário armada.
Anónimo a 1 de Outubro de 2015 às 15:23
"Só se os partidos politicos, e em particular os da área do poder, não tiverem vergonha alguma na cara.

Se em eleições consecutivos, o povo português lhes der a entender maioritáriamente não se revê neste sistema politico e continuarem a insistir fingindo não perceber. Então só mesmo a Revolução, e se necessário armada."

O sistema eleitoral decorre da lei. Tem imensas falhas, nomeadamente ao nível da representatividade eleitor-eleito. Não acompanhou a evolução social e demográfica. Deve ser alvo de um reflexão profunda e de mudanças. Mas decorre da lei. E a lei altera-se onde as leis se produzem - na Assembleia da República. Só dentro da Assembleia da República se pode alterar o sistema eleitoral. Ora, ficar de fora voluntariamente, não participando nas eleições para a Assembleia da República, estaremos mais longe de mudar a lei.

A campanha para as legislativas é um momento oportuno para ver o que cada partido propõe a respeito das alterações ao sistema eleitoral e, quem sabe, não encontra posições parecidas com aquelas que defende. Vai ver que votando em quem tem opinião convergente com a sua se calhar não precisa de pegar nas armas e abrir caminho a que o déspota com as armas maiores e mais munições fique a mandar à força nisto tudo.
João Gaspar a 2 de Outubro de 2015 às 04:49
Até certo ponto, concordo.
Digo até que está muito bem argumentado.

Vamos lá aguardar com expectativa os resultados da votação do Livre/TA no distrito.
Anónimo a 2 de Outubro de 2015 às 16:49
Um bom trabalho jornalístico, o debate de ontem.

E a propósito do que foi dito, nada tendo de novidade aqui fica documentada uma das mentiras várias vezes reafirmada no decorrer do debate:

COMUNICADO | Incentivos à fixação de clínicos no Baixo Alentejo: as mentiras da coligação PSD/CDS-PP.

Tendo assistido ao debate entre os quatro cabeças de lista de organizações políticas com assento parlamentar da passada terça-feira, dia 29 de setembro, a candidatura cidadã LIVRE / TEMPO DE AVANÇAR assinala que:
- a respeito dos incentivos à fixação de médicos em zonas carenciadas, a candidata do PSD/CDS-PP, Nilza de Sena, afirmou reiteradamente que o incentivo financeiro será de 1000 euros mensais durante cinco anos. Ora, de acordo com o artigo 4.º do Decreto-Lei 101/2015 de 4 de junho, promulgado e aprovado pelo Governo suportado pela maioria parlamentar de direita a que a candidata pertence, o valor do incentivo para colocação é fixado em 1000 € mensais apenas nos primeiros seis meses, sendo reduzido para metade nos seis meses seguintes e para ¼ do valor inicial nos restantes quatro anos.

Beja, 30 de setembro de 2015.
Livre / Tempo de Avançar - Beja
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 19:00
Obviamente que essa medida não será eficaz.
Zabalona a 30 de Setembro de 2015 às 19:04
Naturalmente que não, mas o meu ponto nem sequer é esse, é mesmo a mentira repetida sem pestanejar.
A Dra. pode bem dizer que a motivação para fixação de psiquiatras custa bem mais do que isso.
Zabalona a 30 de Setembro de 2015 às 19:11
A motivação para a fixação de psiquiatras é a prova provada de que os incentivos para a fixação de clínicos não são só de cariz económico. Nenhuma das actuais psiquiatras do Serviço de Psiquiatria da ULSBA tem qualquer acréscimo ao que está nas tabelas salariais publicadas em DR.

PS1: eu tenho um acréscimo de 10% sobre o ordenado, previsto na lei, para os directores de serviço de qualquer serviço, em Beja no centro de Lisboa.

PS2: já aqui deixei dito, há muito, que o meu recibo de ordenado pode ser pedido à ULSBA por quem o entender, a única condição é ser publicitado posteriormente no Alvitrando.
*faltou um ou "em Beja ou no centro de Lisboa"
É claro que não são incentivos apenas materiais. Há vantagens de carreira, por exemplo, e ainda (não menos vantajosas) outras oportunidades para exercício liberal.
Zobaida a 30 de Setembro de 2015 às 19:24
As vantagens de carreira são, até agora, as mesmas para zonas carenciadas e não carenciadas e a actividade privada, na maioria das especialidades, é muito, mas muito, mais significativa e possível, nos grandes centros, também não é por aí.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 19:29
Mas concordo que a maior facilidade na progressão na carreira - quando estiver desbloqueada - pode, e deve no meu entender, ser uma medida de discriminação positiva a usar para fixar clínicos no interior, nomeadamente na ULSBA.
As progressões de carreira estão congeladas. Quando a ARSA abre concurso para vagas no topo da carreira, a ULSBA tem sido discriminada.
Zabalona a 30 de Setembro de 2015 às 19:39
Lá está. Mas não falo só das progressões de topo de carreira, entenda-se, e o congelamento é para todos os níveis e categorias.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 19:41
Eis uma das importantes medidas para fixar clínicos:

"(...) Prosseguiu dizendo que esta foi a primeira vez que a psiquiatria do Baixo Alentejo conseguiu cumprir todos os critérios e que esta possibilidade, por permitir que a formação possa ser feita neste serviço, pode ajudar a fixar médicos desta especialidade no Baixo Alentejo.", aqui http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=6406
Condições de formação, sendo um importante fator, também não tem sido suficiente. É preciso que se "encaixem" os projetos pessoais nos objetivos institucionais...
Zibelina a 30 de Setembro de 2015 às 19:36
Naturalmente que são necessárias várias atitudes diferentes, incluindo as de ordem pecuniária, mas a idoneidade formativa dos serviços é muito importante desse ponto de vista. Sem ela a carência seria ainda muito maior e, por isso, é necessário um reforço nesse propósito.
É esse o entendimento da atual Diretora Clínica? Ou da futura?
Zaqueia a 30 de Setembro de 2015 às 19:46
É perguntar-lhe.

O L/TdA desafiou todas as organizações concorrentes à eleições de domingo, os orgãos de comunicação social locais, a Ordem dos Médicos, o Sindicato dos Enfermeiros e os CAs da ULSBA e da ULSLA para uma discussão alargada sobre "Saúde na Região" e apenas teve resposta (e disponibilidade para participar) de Pedro Vasconcelos, da OM, de Margarida da Silveira, do CA da ULSBA e de Edgar Santos, do Sindicato dos Enfermeiros. Teria sido um excelente momento para discutir este e outros assuntos.
E todas essas disponibilidades se esgotam no lavar dos cestos da campanha eleitoral?
Zibelina a 30 de Setembro de 2015 às 19:53
Deixem-se de rodriguinhos! Votem PS!
Zagalote a 30 de Setembro de 2015 às 19:55
(olhe que assim ainda faz pior, 'tou a avisar)
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 19:56
Advertência a que veleidade?
Zíngaro a 30 de Setembro de 2015 às 20:48
Sorry?
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 20:50
Mesmo sorrindo, canta bem mas não alegra.
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 20:54
ehehehheheheheheh nunca me queira ouvir cantar, é de fugir, garanto-lhe.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 21:02
No que a mim me diz respeito não, estou sempre disponível para discussões produtivas.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 19:55
Mas parece que para a PCA da ULSBA a produção não é com ela...
Zíngaro a 30 de Setembro de 2015 às 19:57
É a produção do Conde e do Pagem nem se fala.Aprenderam com a mestra presidenta . Até arranjaram maneira rápida de arranjarem incentivos para a fixação de médicos psiquiatras sem olharem a meios.Foi dito e feito nem precisaram de estudos de suporte à decisão de privilegiarem uma especialidades em detrimento de outras. Para algumas não há maneira de cativar médicos especialistas(mas o mal já é velho,direi que já tem longas barbas) mas para a Psiquiatria os incentivos não financeiros resultaram logo, Djamal lá se faltam médicos que durante décadas nem um. Até parece o milagre das rosas!
Libelinha a 30 de Setembro de 2015 às 20:40
rosas cor de laranja...
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 20:45
"Até arranjaram maneira rápida de arranjarem incentivos para a fixação de médicos psiquiatras sem olharem a meios" quer explicar melhor? De que incentivos fala? Assim dito não passa de uma insinuação.

Não houve qualquer "milagre", de resto, e pelos rácios nacionais, continua a haver carência de psiquiatras no Baixo Alentejo, mas lá que a coisa melhorou é um facto e que, por isso, foi possível abrir um serviço de internamento no único distrito do país que não o tinha é outro facto.

De uma vez por todas, as assistentes hospitalares de psiquiatria que entraram para a ULSBA desde 2013 ocuparam vagas postas a concurso nacional pela ARS do Alentejo, SEM qualquer incentivo, pecuniário ou outro.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 20:49
Quando a esmola é grande, o pobre desconfia.
Zabalona a 30 de Setembro de 2015 às 20:53
Temos pena, há tratamento para os traços paranóides da personalidade.

Agora a sério, é um mau princípio, esse. Que há muita, tanta, coisa mal no que à Saúde diz respeito é um facto, não valorizar o que de bem se faz e as melhorias conseguidas é um erro que a ninguém ajuda.

Em relação ao serviço que dirijo, a Psiquiatria, estou disponível para elucidar tudo o que esteja ao meu alcance, com todo o gosto e frontalidade.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 20:59
Sim , tem razao. Vieram dar uma boa ajuda à Medicina que estavam sobrecarregadissimos e as urgências também estão mais aliviadas com os Psiquiatras de urgência.
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 20:55
Ajuda nenhuma, viemos fazer o que nos competia enquanto psiquiatras.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 21:00
Oh,Dra. Não diga essas coisas assim! Olhe que não olhe que não.



Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:06
"Oh,Dra. Não diga essas coisas assim! Olhe que não olhe que não.". Agora perdi-me, refere-se a que "coisas"?
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:10
O anónimo de cima sou eu
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 21:11
Isto é que está aqui uma conversa sem jeito.
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:21
Mas agora que aqui chegou isto vai mudar, aposto.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 21:23
Tenho mais o que fazer.
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:30
aposto eu que consigo por aqui esta M... não vái mesmo mudar, continuam a discutir o sexo dos anjos, atribuem-se uma pretensa importancia, quais arautos do conhecimento e verdade, mas essa pretensão serve-vos para quê, o vosso espaço é de brincadeirinha, apenas isso, uns quantos inadaptados brincando de joguinhos de politica, tadinhos!
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 23:26
O seu plural refere-se a quê ou a quem?
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 23:29
votem L/TdA, engulam uma caixa de diazepan e já está!
Anónimo a 1 de Outubro de 2015 às 00:06
Enfim.
O João Gaspar fez as contas:

"O que o PSD diz: 1000 € x 60 meses = 60.000€

Aquela coisinha chamada verdade: 1000 € x 6 meses + 500 € x 6 meses + 250 € x 48 meses = 21.000 €", o que equivale a 350 euros/mês (e não estamos aqui a enfiar os impostos)
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 22:44
Depois da falta de pudor aqui manifestada por Passos Coelho (http://www.noticiasaominuto.com/politica/460175/passos-mostra-crucifixo-do-qual-nao-se-consegue-separar) não há mais nada a dizer. Pornografia é isto.
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 21:31
comentário pudibundo...
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:36
Não diria tal, há mínimos de razoabilidade e decência.
Há quem se dispa, literalmente. Procuram agradar aos eleitores. Cada um gosta do que gosta.
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:45
Isto já enjoa. Quando é que acaba?
Anónimo a 30 de Setembro de 2015 às 21:47
Sem dúvida, sobre quem se "despe, literalmente" escrevi isto http://jugular.blogs.sapo.pt/joana-marinho-e-pinto-amaral-dias-3892434
Ana Matos Pires a 30 de Setembro de 2015 às 21:48
Sobre mentiras na área da Saúde "E PaF, fizeram-se médicos!" https://oirrevogavelblog.wordpress.com/2015/10/01/e-paf-fizeram-se-medicos/
Ana Matos Pires a 1 de Outubro de 2015 às 12:21
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