Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
15
Ago 16

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 DAQUI.

 

publicado por Zé LG às 22:47
Festa só depois do trabalho!

(O que escrevi há praticamente dois anos e que volto agora a partilhar, está infeliz e dolorosamente tão pertinentemente atual como nessa altura.)

Se Vidigueira é a capital do Vinho, se Moura do Azeite, Ferreira do Alentejo do Regadio, Ourique do Porco Preto, Castro Verde tem a alavanca da Somincor, Mértola valoriza a cada dia o património, turismo, biodiversidade, cultura, natureza e inovação de forma ímpar, Aljustrel soma a uma grande dinâmica empresarial o regadio e a atividade mineira, podemos continuar este roteiro, por aí fora onde cada concelho há sua medida e há sua imagem criaram a sua dinâmica e a sua marca.

Há que suar, dar duro, ganhar, poupar e trabalhar durante todo o ano e depois sim. Reunir as boas vontades, as boas amizades, as boas energias e fazer a festa, com todos e para todos, com os munícipes, com os seus familiares que imigrantes ao não regressam à nossa terra, com os turistas, com os agentes económicos, com as coletividades, clubes associações. Efetivamente com todos e para todos.

Este é o exemplo do que é feito em muitos concelhos do Baixo Alentejo, que por esta altura celebram as festividades cada um há sua maneira, infelizmente em Beja não tem sido assim.

E Beja?

Se perguntarmos pela região temo que a marca que mais rapidamente se associe a Beja seja a da Ovibeja, importante, sem dúvida, mas cujos créditos pertencem à excelente organização da ACOS e do seu mentor, não à Câmara Municipal de Beja, nem tão pouco pode servir de motor económico para a cidade e para o concelho.

Beja quer mais e precisa de mais, de muito mais!

Festa SIM! Mas só festa, só festa, NÃO !!!!

O que escrevi há praticamente dois anos e que volto agora a partilhar, está infeliz e dolorosamente tão pertinentemente atual como nessa altura.

Podemos mudar o título mas o efeito é o mesmo:
Cortejo histórico, Noites ao fresco, as festas de Santa Maria e as suas dimensões nulas

# 1 - Sobre as noites ao frescos, as festas de Santa Maria, o Cortejo Histórico, aliás como para a Beja Romana e outras grandes/pequenas realizações deste executivo municipal, permanecem cinzentas as seguintes respostas:

Quanto custou tudo isto?
O que se deixou de fazer para realizar estas inicitivas?
Quem pagou?
Quem recebeu?
Como se pagou?
Como foi contratado?
Que empresas, grupos e associações locais foram envolvidos?
Que empresas vieram de fora e de onde vieram?
Porque foi criada uma comissão de festas?
Quais as atividades que consta do seu plano anual de atividades?
(...)

Do resto não muda nada, mesmo nada relativamente a 2014, infelizmente, dois anos perdidos, mais dois anos perdidos.

# 2 - Qual o retorno direto e indireto no curto e médio prazo para Beja?

Principalmente: qual a estratégia para Beja que vá par a além deste furor (furorzinho) mediático?

Trata-se de um Investimento reprodutivo?
Então qual o retorno e o valor acrescentando por cada euro gasto nestas iniciativas?

Festas e divertimento claro que sim, na medida, na conta certa e dentro das reais possibilidades das entidades que as promovem.

Claro que antes deve haver um árduo trabalho, os primeiros resultados, e só depois então, comemora-se!

Sejam quais forem as respostas, o desenvolvimento sustentável, o combate à desertificação, o contrariar da estagnação, o fomentar o progresso não pode passar só por isto!

Simultaneamente precisam-se também, claro que sim, de eventos e iniciativas mas que sejam consubstanciados numa estratégia integrada, consistente, que vá para além do objetivo único de nos entreter e adormecer, que envolva (verdadeiramente) os agentes locais, direcionados para nossa população e que simultaneamente sirvam de suporte à promoção e divulgação da nossa cultura.

Beja quer mais e precisa de mais, de muito mais!
Rui Marreiros a 15 de Agosto de 2016 às 23:17
Foi mesmo essa a resposta que Beja deu nas autárquicas de 2013, que os defensores da dita democracia, teimam em não respeitar. Continuem que vão longe!
Anónimo a 15 de Agosto de 2016 às 23:52
Sr. Rui você como vereador já fez o quê?
O seu suor tem sido imenso.
Carlos a 16 de Agosto de 2016 às 10:16
Convém aprender a escrever se quer ser levado a sério sr rui, Há com agá é do verbo haver (com h lá esta) significa "existe", a frase "à sua imagem" não leva H. "há sua medida e há sua imagem"....tsc tsc.....
priberam a 17 de Agosto de 2016 às 22:58
idem:

"cada um há sua maneira" sem H , senhor!!!
Anónimo a 17 de Agosto de 2016 às 22:59
"precisam-se também, claro que sim, de eventos e iniciativas mas que sejam consubstanciados numa estratégia integrada, consistente, que vá para além do objetivo único de nos entreter e adormecer"
está-se a referir àquela noite do vinho mas dita em inglês, certo? a tal festinha de ricos no Castelo, é isso?
Anónimo a 17 de Agosto de 2016 às 23:01
"Num lugar onde é semeado inveja, as idéias nascem mortas"

Rafael de Oliveira Leme
Anónimo a 15 de Agosto de 2016 às 23:47
Sr. Rui voçê consegue em descrever o papel de um vereador?
Carlos a 16 de Agosto de 2016 às 10:20
Só falam do RM que está em substituição, há lá mais dois que pelos vistos estão mudos e só acenam com a cabeça a dizer sim ao patrão, este incomoda ? ainda bem para a democracia. Está na hora do RM descolar desta mediocridade nem que seja como independente e aí vamos ver quem chega em primeiro à meta.
anomimo a 16 de Agosto de 2016 às 19:58
Isso era uma boa ideia:

1- Rui Marreiros
2- Lopes Guerreiro
3- Espinho
4- Ze Murteira
5- Manique

Ta ganho! Não falha nada!
Anónimo a 16 de Agosto de 2016 às 21:36
Atao não está! São favas contadas!
Anónimo a 16 de Agosto de 2016 às 21:43
E vejam os componentes da Comissão de Festas. Há "gente" com pouquíssima credibilidade, que anda lá ao tacho. KAMARRADAS
Anónimo a 16 de Agosto de 2016 às 22:09
Sem dúvida que foi um excelente exercício de escrita, aquele que Rui Marreiros aqui nos deixou.
Só que fica-se por aí. A critica pela crítica. Não sai daí.

Poderia e deveria, depois tecer considerações e propostas alternativas, bem fundamentadas, que como putativo candidato a presidente da câmara Municipal de Beja seriam a sua imagem de marca e que fariam a diferença em relação à cultura popularucha e gastadora do atual executivo comunista.
Mas não.
Alternativas nem pio.
Fica-se apenas pelas habituais conversas ocas e inconsequentes da oposição do PS, que não aquecem nem arrefecem, e quem nem aos próprios convencem.

J. R. e a CDU podem continuar descansados que com este tipo de oposição, a sua reeleição já está praticamente ganha a 1 ano da mesma.
Anónimo a 18 de Agosto de 2016 às 08:52
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