Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
13
Jan 17

diário-do-alentejo.jpg

publicado por Zé LG às 08:49
Vergonha.
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 15:48
P. Barriga e o D.A. estão a prestar um péssimo serviço à região com este folhetim que parece não ter fim, sobre os médicos.
Imbicaram para aí, e nada os detém.

Isto porque só não percebeu quem ainda não quis, que para que os médicos e outros técnicos venham para cá, mais até do que os pagamentos e os vencimento. Há que criar condições e estímulos profissionais, e sobretudo fazer-lhes sentir que são bem vindos, estimados e considerados.

Ora, é precisamente o contrário do que se anda a fazer e desde há muito tempo, de forma repetida e sistemática, quer e desde no D.A. até aqui neste blog.
A que se junta a queda paulatina e continuada desde há décadas de competências e protagonismo do hospital.

Logo em vez de se tentar cativar médicos e outros técnicos para a região, está-se a fazer exatamente o contrário, e ainda por cima neste caso num semanário que é essencialmente subsidiado pelos contribuintes da região.
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 19:09
Nem mais nem menos. Exatamente. Parece que contribuem para desresponsabilizar uma gestão sem estratégia mobilizadora e atrativa.
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 19:38
Mas a notícia é verdadeira ou falsa?
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 22:00
Pelo título, parece uma estatística daquelas do futebol, x% de remates à baliza falhados...
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 22:11
Eu que também sou intelectualmente honesto também acho que o Diário do Alentejo é o culpado dos médicos não quererem ficar em Beja.
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 22:33
Eu se fosse médico, e fosse lendo as noticias tão agradáveis e tão ternas que o D.A. publica com regularidade sobre a classe médica em geral no distrito, de certeza que não vinha para cá de forma alguma.
Preferia até emigrar a ter que vir trabalhar para cá..
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 23:02
Que ridículo! Pensar que os possíveis candidatos se informam previamente pela imprensa regional! As informações dissuasoras de escolher Beja são principalmente fornecidas por outros médicos, que aqui trabalham ou já trabalharam. Informações sobre as condições de trabalho, sobre aspectos relacionais entre os profissionais, sobre as perspectivas de evolução e sucesso na carreira e também com a mentalidade e estilo de vida que Beja tem e os custos materiais que a sua interioridade obriga.
Anónimo a 13 de Janeiro de 2017 às 23:29
É caso para se dizer: Com a verdade me enganas.

Claro que essas informações contam, de facto.
Mas, se não houver condições e estímulos profissionais, e sobretudo se não sentirem que são bem vindos, estimados e considerados. Depressa fazem as malas e se vão embora. E irão contar aos outros as suas más experiencias por aqui.

Tem ao menos ideia de quantos ou qual é a percentagem de médicos que vieram para cá fazer estágios e depois se foram embora de vez.
Não sei, mas imagino.

Agora sobre o D.A..
Mais do que colocar essas noticias bombásticas, dando a entender e culpabilizando os médicos por não quererem vir para cá ou depois de fazerem cá os estágios, se irem embora de vez.Tentando criar na população uma imagem aversiva a esses profissionais.
Deveria era fazer uma investigação às causas, ouvindo as opiniões dos seus protagonistas e depois até propondo soluções para o efeito.
Esse sim, é que seria o serviço público de jornalismo e não a procura de sensacionalismos que nada mudam e para nada servem, a não ser para estimular a curiosidade e animosidade da população para com uma classe profissional.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 00:02
Por acaso leu o texto? Estive a lê-lo com atenção e não vi uma só palavra que responsabilize os médicos por recusarem vir para cá. Aquilo que refere é que se não forem criadas condições atractivas para os médicos virem para cá eles não vêm, porque têm facilidade em encontrar alternativas.
Zé LG a 14 de Janeiro de 2017 às 00:38
Mas o senhor é médico dr. Pedro Vasconcelos.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 12:31
Apesar disso, pode ter opinião...
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 12:32
Boa! Gostei desta. O DA e o Alvitrando é que são responsáveis por alguns médicos não quererem vir para cá. A culpa é sempre do mensageiro...
Zé LG a 13 de Janeiro de 2017 às 23:48
L.G.: lê ao menos a mensagem anterior à tua, e já agora comenta-a também como o mesmo sarcasmo.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 00:04
L.G.: Pode ser que desta vez o D.A. tenha dado uma noticia sobre os médicos do serviço nacional de saúde com algum equilíbrio, aliás não fazendo mais do que cumprir a sua função de serviço público.
Isto porque estamos a falar de médicos, mas de médicos do serviço público.
Já que os privados é outro mundo, ou seja um negócio tal como muitos outros em que nem sequer me meto.

Mas, assim sendo, ainda bem que houve alguma mudança de atitude. Pois confesso que embora até já tenha até sido assinante, já há alguns anos que não compro e não leio o D.A. por opção pessoal.

Agora e para terminar com esta polémica, referir que acho muito estranho que além do subfinanciamento do serviço nacional de saúde com todas as suas consequências e dos estímulos aos hospitais e clinicas privadas por parte de todos os governos incluindo o atual. Veja-se o caso gritante do que se passa com a ADSE.
Haja ainda meios de comunicação/ilustres políticos, aqui da nossa praça, a "baterem ainda mais no ceguinho". Ou seja, a culpabilizarem pessoas dedicadas, com espirito de missão e cada vez mais mal remuneradas. Pelas estratégias e opções politicas de governantes que desde há décadas não fazem mais do que desinvestir no serviço público de saúde e nos profissionais que aí trabalham, e com especial particularidade nos médicos.
Até dando a sensação de estarem a ser coniventes com os negócios e os interesses capitalistas das áreas médicas.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 14:29
Afinal, em que é que ficamos? 90% é uma percentagem elevadíssima!
Das duas uma- ou as condições que se oferecem não são atractivas, ou o mercado de trabalho na área não está assim tão mal, que possa permitir escolha do organismo em que se pretende ingressar!...E depois, diz-se que afinal há desemprego em Portugal!...Ai se eu pudesse recusar ofertas de trabalho!
valentim a 13 de Janeiro de 2017 às 21:58
O Atento 2,em post anterior,apontou as razões que podem ser explicativas do título na capa do DA aqui em post.Por entender que faz todo o sentido,na presente discussão,aqui relembro o que já li:


"As condições de excelência não se podem DAR aos internos,em cada uma das especialidades e ou serviços onde vão trabalhar e formar, se lá não existem. Essas condições de excelência criam-se,nascem e crescem,associadas a vários tipos de indicadores organizacionais.Eles são de nível técnico, correspondendo à caracterização do "estado da arte" em cada uma das especialidades onde se vão formar(vulgo,o que de bom /melhor ou de pior se faz e se apreende nesta ou naquela especialidade do hospital x ou y).E também indicadores do clima organizacional,parcelares e globais,ao nível dos servicos de prestação directa de cuidado e de suporte,de relações de chefia e liderança,interpessoais e profissionais...em suma , aquilo que em gestão definimos como "contexto "do serviço e da organização.Todos esses indicadores são avaliados e como tal medíveis.Mas se não os medimos são ,
pelo menos ou sobretudo,sentidos e percepcionados pelos médicos formandos no momento da decisão de "ficar ou não ficar aqui ou ali". Porque tenho interesse e gosto de continuar neste ou em outro hospital todos sabem na hora de decidir. E também os formadores e os gestores dos serviços sabem avaliar quais são os indicadores de nível técnico e de "contexto" positivos e negativos ,que pesam mais ou menos,que fazem do hospital ou do serviço um local atractivo ou de repulsa. A imagem cria-se,alimenta-se, crescendo positiva ou negativamente e alastra pela região e pelo país, motivando escolhas e decisões, com impacto na qualidade dos cuidados prestados aos utentes/doentes.
A propósito e recuando uns bons anos, sem querer menosprezar ou diminuir alguns serviços:
Quem não queria vir formar -se para o serviço de cirurgia do hospital de Beja? E que doentes não queriam ser tratados aqui nesta especialidade? E imagiologia ? Fomos dos primeiros distritais a ter a célebre TAC e atraímos técnicos nessa área...e cá ficaram!"
Atento 3 a 14 de Janeiro de 2017 às 00:36
Até os autarcas nunca se envolveram verdadeiramente na elaboração de medidas que visassem resolver este problema, que não é novo. Exceptuando nalguns concelhos mais periféricos do distrito, as câmaras municipais apenas verberaram contra o Poder Central. É o tempo de mudar essa atitude. Com responsabilidade, cooperação e parcerias, o contexto pode melhorar e ser mais atrativo. Não se pode obrigar a virem para o interior, mas pode-se mostrar as vantagens e cativar.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 10:28
O bastonário dos médicos e que tinha razão
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 09:35
Quando ele esteve em Beja, não fez qualquer sugestão de medidas que nos ajudassem a resolver essa carência. Não basta ter razão, tem de se pôr os miolos a descobrir soluções e colaborar com os bem intencionados para ultrapassar as dificuldades de garantir o acesso à saúde que temos direito.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 09:54
Estava de férias, não ouvi o José Manuel Silva, que disse a este propósito?
Fez o discurso da oposição ao Governo, acusando-o de querer destruir o SNS...
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 10:30
Mal possa vou ler o texto, só uma observação quanto ao título. Não se "disponibilizam" vagas, o Ministério da Saúde, por despacho, coloca vagas a concurso para todo país. Os médicos não "recusam" vagas, ocupam as que entendem e onde entendem.

Não tendo lido a notícia suponho que se refere aos diferentes concursos nacionais para recém especialistas porque, para além dos concursos de Assistente Hospitalar Graduado Sénior - cujas vagas postas a concurso em todo o país, incluindo Beja, foram ocupadas - não têm aberto outros concursos. Relembro, a propósito, uma história que já contei no Diário do Alentejo em 2016 "A última colega que chegou ao Serviço de Psiquiatria da ULSBA (entretanto, felizmente, já chegou mais um), uma sénior disposta a fazer um contrato individual de trabalho, aguarda desde dezembro (de 2015) a formalização do dito e, entretanto, está com uma prestação de serviços, muito mais cara para o erário público. E olhe que a ULSBA não se tem poupado a esforços para tentar resolver a situação, emperra superiormente na ARS do Alentejo. Em causa está a proposta de uma discriminação positiva, muitíssimo mais barata do que a situação em que se encontra, até que a resolução do concurso que aguarda vai para dois anos (agora três, refiro-me ao concurso nacional para o grau de Consultor aberto em 2014) aconteça.". A situação mantém-se inalterável.
Ana Matos Pires a 14 de Janeiro de 2017 às 10:22
Ainda a propósito deste assunto, um trabalho jornalístico que gostava de ver feito era o de saber quantos dos internos que fizeram a especialidade no Baixo Alentejo na última década cá ficaram.
Ana Matos Pires a 14 de Janeiro de 2017 às 10:30
Dra. Ana Matos Pires, então pede esse trabalho a um jornalista, quando a quem devia pedir é à Diretora Clínica?
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 10:32
Tendo em conta as várias peças jornalísticas feitas sobre a realidade médica no Baixo Alentejo, e bem já que é um assunto do interesse dos cidadãos, apenas deixei um desejo.
Ana Matos Pires a 14 de Janeiro de 2017 às 10:36
Vai é ver se atendes os telefones no teu departamento de psicologia e deixa la os internos.
Antonio a 14 de Janeiro de 2017 às 10:34
Eis, em todo o esplendor, a qualidade de uma discussão séria.

(Naturalmente que os contribuintes me pagam para eu atender telefones, somos um país rico. Nem um diretor de serviço, de um serviço com idoneidade formativa, tem rigorosamente nada a ver com internatos médicos, aliás. Enfim, Mateus 7 - a cena das pérolas a porcos, lembra-se?)
Eu desconto para atenderes telefones e para te pagar o ordenado.
Agora como é Diretora és responsavel por quem os agende.
António a 14 de Janeiro de 2017 às 12:32
O que descontas é para teres a tua reforma. Quem paga os ordenados da função publica é quem paga impostos.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 12:34
Eu desconto para a minha reforma e para pagar impostos.O que é o IRS?
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 18:04
"Eu desconto para atenderes telefones e para te pagar o ordenado.
Agora como é Diretora és responsavel por quem os agende."

A estupidez é tão atrevidota e cansativa, credo, e sem fuça cobarde até dizer chega. Felizmente é absolutamente - passo o duplo advérbio de modo - ineficaz.
A sua conversa está mórbida como a sua cara.
Antonio a 16 de Janeiro de 2017 às 08:55
Quem quer vai, quem não quer telefona.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 11:04
Qualquer serviço de pessoal lhe recolhe esses dados, por especialidade.
Não são ca os jornalistas.So se forem pedir os números a ULSBA .
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 18:08
Mas porque não haverá de ser um trabalho de uma peça jornalística? Não entendo qual é o problema de ver este tema tratado por um jornal como o DA, com objetivos informativos gerais.
Drª A.M.P.: Este comentário aqui em cima é o exemplo acabado do que aqui tem sido dito. Não cabe pois aos órgãos de informação esse trabalho.
Ainda não percebeu que o papel que os jornais, alguns espertos e autarcas da região é apenas de dizer mal do serviço nacional de saúde e dos profissionais que lá trabalham e em especial dos médicos?

Trabalho de investigação jornalística digno desse nome ou uma atitude construtiva na defesa dos reais interesses de saúde das populações, isso não interessa.

O que é preciso pois é o dizer ou escrever o que dê protagonismo, de forma que haja sempre quem seja o culpado oficial de dos problemas, ficando os verdadeiros com o rabo de fora.

Aliás esta prática não é nova, sabemos agora pelos livros editados pelo Expresso sobre Staline, que o mesmo além de ter sido o responsável por ter morto cerca de 20 milhões de pessoas e ter sido o líder mundial que mais comunistas matou, entre as suas "proezas", também consta a perseguição aos médicos.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 12:17
Recolhidos os números , por exemplo da última década,é só colocá-los numa folha de Excel.Nem precisa de ir mais longe!
A PCA manda fazer o trabalhinho,por qualquer bom administrativo, não precisa ser doutor da Preguicinha, e apresenta-o ao Sr. Ministro quando ele vier em próxima visita.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 12:40
Faria algum mal a alguém que o D. A. pela primeira vez fizesse uma ou uma série de reportagens sérias, isentas e bem fundamentadas sobre o problema da falta de médicos na região?
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 21:25
Sobre a falta de médicos no Baixo Alentejo,acho que poderia fazer,mas ouvindo várias opiniões. Diferentes grupos de profissionais e até elementos chave na matéria.
Não podia era ser um trabalho centrado no blá, blá repetitivo da PCA.
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 23:52
Não pode ser uma análise com números totais. Isso seria errado. Tem de se comparar os efectivos especialidade a especialidade, com as médias nacionais e talvez as europeias.
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 23:56
E eu sugiro que o DA entreviste,depois de ter os dados, os actuais Directores dez Serviço.E que heterogeneidade íamos assistir! Boa ideia .Estou curiosissimo por um trabalho desses.
Atentissimo a 18 de Janeiro de 2017 às 23:58
Defendo o aumento das vagas em medicina enquanto vagas ficarem desertas. O mercado da oferta e da procura tratará do assunto a seu tempo. O resto é coorporativismo assassino.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 12:04
Pois é. O Bastonário defendeu precisamente o contrário...
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 12:30
HOSPITAL DE ÉVORA NO TOP 15 NACIONAL |
O HESE - Hospital do Espírito Santo de Évora integra a lista dos 15 melhores do Serviço Nacional de Saúde (SNS) de acordo com um estudo elaborado por uma empresa que realiza estudos de benchmarking em saúde e divulgado recentemente.
O ranking foi elaborado de acordo com vários critérios como o índice de mortalidade, as complicações e tempo de internamente, entre outros, tendo sido avaliados todos os hospitais do SNS, quarenta e um, à exceção dos hospitais monográficos (oncológicos, psiquiátricos e de reabilitação) dada a sua especificidade e incomparabilidade.
Recentemente, o HESE foi também notícia por o seu Serviço de Obstetrícia disponibilizar às crianças recém-nascidas dois novos serviços inovadores
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 18:43
Muito bem! Se o de Beja quiser entrar no TOP, tem de trabalhar muito e bem...
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 19:18
O de Beja no TOP? Desculpe,mas "endoideceu"!!!
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 20:24
Já esteve.
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 22:08
Ensandeceram de facto!
Anónimo a 14 de Janeiro de 2017 às 23:45
Tomara manterem a desgraca.
Daqui a menos de meia dúzia de anos não há cirurgia, imagiologia,urologia.
Ficam com a Medicina e a Psiauiatria.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 00:25
Se os preguiçosos desejam a desgraça, sentam-se a um canto e nada fazem...
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 08:24
Neste momento só há já preguiçosos...à espera do último adeus! É o que por lá não faltam entre medicos,enfermeiros,auxiliares e administrativos nem se fala.
E dirigentes sofrem todos dessa maleta acrescida de incompetência.
Leia observe e analise para prever bem o futuro do hospital de Beja! Olhe que até TOPa distancia é lunar!
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 09:53
Comecem pelos da Preguicinha .
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 12:30
Ainda há poucos anos as especialidades de oftalmologia, pediatria e ortopedia mereceram destaques oficiais de excelência. Quem não sabe não deve falar mal só por falar.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 08:22
Oftalmologia é passado.Em Serpa está o Dr.Paulo, que num bloco mexeruca,em terreola longe,opera até funcionários do hospital.Ficam os velhos com cataratas para o hospital de Beja e enquanto lhe pagarem as cirurgias por produção suplementar.
Não sabia disso?
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 09:47
Pois é. O que em primeiro lugar falta fazer na ULSBA para que tenha algum futuro é designar dirigentes que acreditem nos profissionais, que tenham confiança nas suas capacidades de prestação de cuidados de saúde com qualidade. Os pseudogestores que lá estão agora não acreditam nos profissionais, nem têm qualquer visão de futuro para a ULSBA. É a pior gestão que já passou pela casa. Nem para "paus mandados" servem. Estão apenas a fazer tempo, mantendo os seus ordenados chorudos sem preocupações, pensando que quem vier depois que apague a luz...
Atentissimo a 15 de Janeiro de 2017 às 10:53
Atentíssimo
Vão esperando sentados,que oTOP ê já ali!
O Top do sexto piso e o Top do resto estão a mesma distância.So não vê quem não quer.E o pior cego ê aquele que não quer ver,não conhece o ditado?
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 11:34
Mas não voltará a estar."esteve" é uma forma do verbo no pretérito perfeito do indicativo, logo é PASSADO, meu caro anónimo.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 12:34
Está enganado este anónimo.
A Psiquiatria e a AMP vão pôr o hospital no "TOP ten".
Taxa de ocupaçao perto dos 90%,demora média abaixo do valor padrão para o grupo(para aí 8 a 10 dias),elevada taxa de referenciação para ambulatório,sobretudo para residências assistidas,baixa ou nula taxa de reinternamentos,readmissoes em serviço de urgência de baixo valor percentual.

E por aí adiante..E com um pequenino esforço ainda podem melhorar o valor do "case-mix"do hospital para melhor financiamento per capitã.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 12:58
eh lá, confiança desta nem a minha mãe

(Mais que os indicadores administrativos interessa-nos, no serviço de psiquiatria, melhorar os indicadores clínicos.)
Oh Dra ,responda -lhe que a Psiquiatria entra no conceito de hospital monográfico e como tal não entra nos estudos que definem os TOP.
Só por isso, por não ser comparável.


Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 13:29
E acha que o anónimo está interessado em se informar? O que interessa é "amandar" bocas.
OHH Doutora quem te pagou o doutoramento?
André a 16 de Janeiro de 2017 às 08:48
Já agora ajude-me ai que estou com um lapso de memória, qual é a terceira categoria de hospitais monográficos para além da psiquiatria e da oncologia? Não me consigo lembrar. Obrigada.
Ana Matos Pires a 15 de Janeiro de 2017 às 13:38
Por sugestão do Anónimo das 13.29 aqui fica a informação noticiosa - mais especificidades pode encontar no SINAS da ERS - sobre a avaliação "Nesta dimensão de excelência clínica foram avaliadas as unidades com internamento nas áreas de Angiologia e Cirurgia Vascular, Cardiologia (enfarte agudo do miocárdio), Cirurgia de Ambulatório, Cirurgia Cardíaca, Cirurgia do Cólon, Cuidados Intensivos, Cuidados Transversais, Ginecologia, Neurologia (AVC), Obstetrícia (partos e cuidados pré-natais), Ortopedia e Pediatria." daqui http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-01-03-Maioria-dos-hospitais-obtem-classificacao-de-excelencia-clinica
Boa,aí tem.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 14:23
Estou interessado nas performances dos cuidados transversais.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 16:08
O que ê isso? Esses cuidados não existem!
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 16:34
Vejam os resultados para Beja.
Anónimo a 15 de Janeiro de 2017 às 18:55
A propósito , diz o Bastonario da Ordem dos Medicos:
"Curiosa e paradoxalmente, o estudo SINAS, da mesma ERS, coloca os hospitais PPP como os melhores. Sou um crítico, de há muito tempo, da limitada e singela metodologia do estudo SINAS e a verdade é que se um hospital trabalhar para os indicadores, consegue "excelentes resultados", independentemente das restantes vertentes, que são ainda mais importantes para a análise da qualidade de procedimentos e resultados de um hospital e para os doentes. Por exemplo, na avaliação das artroplastias da anca e do joelho, o tipo e durabilidade da prótese não é tido em conta... O estudo SINAS é muito incipiente, pelo que não pode ser excessivamente valorizado (mas claro, o marketing aproveita).
Os profissionais, que conhecem "o sistema" por dentro, deviam ser ouvidos..."
Anónimo a 16 de Janeiro de 2017 às 08:56
Absolutamente de acordo.
Ana Matos Pires a 16 de Janeiro de 2017 às 10:56
A ULSBA está num pântano, mas o Monteverde já está à espera de a resuscitar com mais um ou dois boys .
Anónimo a 16 de Janeiro de 2017 às 21:12
Ressuscitar??? Ele só para apodrecê-la!
Anónimo a 16 de Janeiro de 2017 às 23:37
Pior é difícil!
Há vezes há milagres sabe se lá o que pode fazer aquela boyada com experiência de vereação na Camara.
Com mais um dinheirinho, constrói se mais qualquer coisita e entram mais umas cunhas de familiares e amigos.
Anónimo a 17 de Janeiro de 2017 às 13:12
Pela última entrevista da PCA na radio voz da Planicie qualquer um ficará a pensar depois de ouvir, que a ULSBA é um paraíso da saúde e o Conselho de Administração as maiores sumidades em gestão.De facto, até parece surreal , como aquela senhora é até capaz de vender "um gato",não por "lebre" , que isso seria fácil , mas por "burro" , que ainda há que compre essa espécie protegida e em vias de extinção,






Atentissimo a 18 de Janeiro de 2017 às 20:54
Qual boyada?
A do PS?
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 21:18
Claro.Migueis Gois e companhia Lda.
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 23:47
Se esse é o boy mais destacado, não há alternativa consistente às personagens tarimbadas...
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 23:53
E o que há...e o que mais se acha com forte desejo e apetências.Ele e a Entourage.
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 23:55
Não tem formação em gestão nem experiência de gestor.
Anónimo a 18 de Janeiro de 2017 às 23:57
E isso faz falta? E o Conde que experiência tinha? Aldrabar por aqui e por ali.
Anónimo a 19 de Janeiro de 2017 às 00:34
O Conde e o atual presidente da distrital do PSD foram a face mais evidente da incompetência que toda a equipa do atual CA da ULSBA tenta esconder. Para os trabalhadores da empresa, o arrastar da situação é penoso. Para os utentes, é perigoso. Já tarda a substituição da pior Administração que já passou pelo hospital e centros de saúde do distrito de Beja. Os deputados Pedro do Carmo e João Ramos devem dizê-lo com toda a clareza ao Ministro.
Anónimo a 19 de Janeiro de 2017 às 08:14
O Conde diz que o PS ainda o trata melhor que a o seu partido.
Anónimo a 21 de Janeiro de 2017 às 11:18
Ainda rebentas... com a balela da substituição do CA.
Óh homem. Convence-te de uma vez por todas que tal como nos anteriores, a sua hora de saída também chegará. E que não é por tu a desejares, que ela se concretizará mais depressa.

De modo que, mais do que repetir ad naseum aqui sempre a mesma treta, preocupa-te em escrever coisas mais interessantes, e que nos digam respeito a todos. E não apenas as exclusivamente a ti e aos teus amigos e respectivos interesses.

Isto porque como todos já percebemos, quando sair de lá a boyada do PSD/CDS, vai para lá a boyada do PS & friends.
E que entre uma e outra, venha o diabo e escolha.
Anónimo a 21 de Janeiro de 2017 às 11:50
do Conde ao M. Gois a porcaria é a mesma
anonimo a 21 de Janeiro de 2017 às 13:17
Está uma noite fria , excelente para meditar...será que haverá novidades? será que não? será que será? aguardemos...
corocota a 22 de Janeiro de 2017 às 01:06
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