Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
23
Set 16

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publicado por Zé LG às 00:29
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Para um tempo novo, novos métodos.
Munhoz Frade a 23 de Setembro de 2016 às 08:45
E obrigatoriamente gestores competentes.
Anónimo a 23 de Setembro de 2016 às 12:35
Exatamente.
Anónimo a 23 de Setembro de 2016 às 12:46
Novos métodos em novo modelo organizativo.
Como diz o ditado "quem tiver unhas pode tocar viola", se quiserem um SNS com qualidade.
Anónimo a 23 de Setembro de 2016 às 13:09
É a regionalização no seu melhor .. ou pior.
Veremos a seu tempo como correrão estas opções.
Embora à partida, nada a opor.
Até porque tachos por tachos, se calhar estes fazem mais sentido e são melhor escortinados, pela sua proximidade com os eleitores.
Anónimo a 23 de Setembro de 2016 às 19:35
Não é um qualquer tacho, estão enganados.
É um gestor público com formação na área da gestão em saúde...
Anónimo a 23 de Setembro de 2016 às 20:22
tinha ouvido falar do Alvitrando e vim ver, mas é isto o pretensamente "celebre" alvitreando? Boa m...
Anónimo a 23 de Setembro de 2016 às 23:08
Quando uma certa Dra. vem aqui comentar, é certo e sabido que fica tudo estragado, porque se perde em réplicas a provocações, resultando em desinteresse dos leitores por tanta peixeirada. O debate de temas sérios e importantes para a população fica prejudicado pela proliferação dessas expressões de imaturidade...
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 12:10
Pexeirada só se for na sua casa e imaturidade é o que voçês tem feito por esta cidade, querem debates sérios vão para a praça pública e não venham lavar roupa. As verdades são ditas doe o que doer.
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 18:25
Desconfio que Carlos é um pseudónimo de AMP...
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 18:36
Já para já a AMP não usa pseudónimo e depois acabou de me ofender pro-fun-da-men-te (espero que saiba porquê eheheh).
Ana Matos Pires a 24 de Setembro de 2016 às 18:42
Não é pseudónimo é mesmo carlos se anonimo
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 20:37
"Quando uma certa Dra. vem aqui comentar, é certo e sabido que fica tudo estragado, porque se perde em réplicas a provocações" só quando me apetece replico, mas quando me apetece... replico.

(por acaso hoje até parei, deixei de ter pachorra para a converseta de ir ao dito, achei que devia deixar o senhor a falar sozinho).
fez dói dói Dra Ana Matos.
Peça ajuda aos seus enfermeiros sonecas que eles ajudam.
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 20:36
A propósito de participação de todos nas questões da Saúde, sou com orgulho uma das signatárias da Carta para Participação Pública em Saúde http://www.gatportugal.org/public/uploads/projetos/MAIS_Participacao/Carta_para_a_Participacao_Publica_em_Saude.pdf e o projeto "Mais participação, melhor saúde" acaba de lançar uma petição no sentido da instituição da referida carta que vos convido a assinar http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=maisparticipacao
Ana Matos Pires a 24 de Setembro de 2016 às 09:04
Lista dos signatários da Carta:

Alexandre Castro Caldas
Alexandre Lourenço
Alexandre Quintanilha
Ana Jorge
Ana Matos Pires
Ana Paula Martins
António Arnaut
António Correia de Campos
Armando Baltazar
Boaventura de Sousa Santos
Clara Carneiro
Francisco Antunes
Giovanni Allegretti
Guadalupe Simões
Helena Roseta
Isabel do Carmo
João Rodrigues
João Semedo
José Aranda da Silva
José Manuel Boavida
Júlio Machado Vaz
Luís Mendão
Marisa Matias
Moisés Ferreira
Nelson Dias
Ricardo Baptista Leite
Ui, que boa lista que aí está.
Uma equipe de sonho.
Tenham vergonha deus chupistas
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:24
Não tira férias da estupidez, hein Carlos? Vá chamar chupista a quem lhe fez o nariz.
A carapuça serve-lhe sempre é uma coisa impressionante.
Uns excelentes dignatários para assinarem a petição.
Voçê então Sra. Ana nem
Se fala!!
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:34
Quanto mais fala mais se enterra.
Olhe que a sua fama no hospital anda pelas ruas da amargura
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:35
ehehehhehehe ó pra mim cheia de medo
não precisa de ter medo. Qualquer dia também sai pela porta grande, mas não sei de que departamento.


Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:45
PS2: E a Carta, já leu.
Ana Matos Pires a 24 de Setembro de 2016 às 10:46
Era uma pergunta, faltou o ponto de interrogação, assim é que é "E a Carta, Já leu?"
A carta concordo 1000%, apenas não aceito quem a assina, simples minha cara!
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:50
ahahahhahahahahahahahahhahahhahahahahahahhahahahahahahahhahahahahahhahaha

(agora vou ali pintar paletes)
Ana Matos Pires a 24 de Setembro de 2016 às 10:51
Aproveite e pinta as unhas que é o que fazem as suas funcionárias na receccao do seu departamento...ahhhhhhhhhhahahahaahahahahah
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:55
PS: Qdo tirar férias tente aprender que discutir, discordar e combater ideias e opiniões não passa por pessoalizar questões. De nada.
Quando tiver um tempinho aprenda a ouvir a críticas e a tirar as conclusões que quiser. Não tente é jogar areia nos olhos das pessoas Dra. Ana Matos pires
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:58
(o verdadeiro atum, de facto)
(a tinta está a secar, inté)
Mais vale ser atum que charroco. Porque com a sua cara é no mínimo com o que se parece.
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 11:02
Hummmm pas mal, o cherne chegou à GS
Sim, deixa la o cherne que de charroco não passa, a natureza não faz milagres.
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 11:08
E para terminar ainda lhe adjetivo : charroco chupista... madame Ana et ses petites délires de la santé
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 11:15
"Ministério Público pediu esta quinta-feira a condenação de cerca de 20 responsáveis da Administração Regional de Saúde de Lisboa entre 1998 e 2001, por terem pago indevidamente cerca de 21 milhões de euros à sociedade que geria o hospital Amadora-Sintra.

Entre os responsáveis que estão a ser julgados no tribunal de contas, onde decorreram as alegações finais, está a antiga ministra da saúde Ana Jorge (Governo PS), que foi presidente da Administração Regional da Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo entre 1997 e 2000."

Adoro quando assina está petições com telhados de vidro
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:30
Ora procure lá a sentença desse caso e, de caminho, a prova de que a Ana Jorge enfiou dinheiro no bolso. Estou particularmente à vontade com a Ana Jorge, critiquei-a imenso publicamente por diversas posições e decisões que tomou enquanto ministra da Saúde.
Fumo=Fogo
Não sou juiz nem procurador infelizmente.
Coitadas dessas pessoas nunca fazem nada.
É como este país,já o sr procurador pinto Monteiro dizia que não havia corrupção em Portugal e que era residual, tenham vergonha na cara
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:42
Chuác
Pronto já amuou lave lá mais uma roupinha suja sff
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:46
Minhas sanguessugas boas.
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:47
ahahahahahah um pândego a fazer projeção ahahahaha
Não é projecção é afirmação.
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 10:51
Pois, a projeção (mecanismo de defesa imaturo e desadaptativo) consubstancia-se em afirmações.
Ana Matos Pires a 24 de Setembro de 2016 às 10:57
Afirmaçao = verdades que outros não querem perceber.
Como psiquiatra que é tenho pena dos seus doentes. Pergunta lá a eles se não querem pertencer ao seu sindicato da burrice. Ahhhhhhhh
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 11:01
*suspiros*
Ana Matos Pires a 24 de Setembro de 2016 às 11:04
São bons e tem muita açucar que é o que lhe falta a essa cabeçinha.
Bem vou ler mais uns artigos sobre saúde mental sobre políticos a ver se chego a alguma conclusao
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 11:06
"Bem vou ler mais uns artigos sobre saúde mental sobre políticos a ver se chego a alguma conclusao"
Booooooooooa yupiiiiiiiiiiiiiii
Ana Matos Pires a 24 de Setembro de 2016 às 11:13
Pronto vou ler sobre psiquiatria e como pintar as unhas na receçao, e já agora porque não cortam nos telefones já que não os atendem!
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 11:17
Parece-me que estas inovações que são agora anunciadas não configuram um processo de regionalização. Quer-me parecer no entanto que ocorrerá alguma descentralização, permitindo maior proximidade nos processos de decisão e, no âmbito territorial das Unidades Locais de Saúde simultaneamente implicará maior envolvimento dos representantes dos cidadãos.
MF a 24 de Setembro de 2016 às 12:45
Estas inovações com a transferência para o âmbito das autarquias de importantes competências, passam-se ao mesmo tempo nas áreas da saúde, do ensino e a segurança social, pelo menos.
Se isto não configura um processo de regionalização, vou alem e venho já.
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 15:09
Meu caro, sucintamente entendo regionalização um processo de formação de uma administração a nível regional, definida por escolha eleitoral. O que nessas áreas que cita se passa é uma descentralização administrativa. Na saúde, por exemplo, até agora parece que as competências que serão transferidas, serão para órgãos não eleitos. Note-se que as Administrações das Unidades Locais ao que parece terão mais autonomia, mas não serão os autarcas a administrá-las.
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 15:55
Estas inovações à moldura legal do SNS podem ser a solução para assegurar o futuro da ULSBA.
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 17:59
Se com essa moldura , como diz, um Conselho de Administração não conseguir garantir o futuro da ULSBA, garantindo também e sobretudo qualidade nos cuidados prestados, então restará o SNS dos "pobrezinhos" . Em meu entendimento ê o momento crucial para "dar a volta" necessária e indispensável.
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 20:35
Naturalmente que não, estou completamente de acordo consigo, a regionalização é um processo muito mais global, com outros contornos e amplitude. isto aproxima-se muito mais da representatividade das estruturas locais, através de determinações vindas dos eleitos, em setores importantes.

Aliás, nada na proposta governativa assume que o representante designado pelos municípios seja um munícipe - bem sei que o articulado legal não está completado, apenas foram anunciados as linhas orientadoras, e tb não está definido como se processará a escolha do elemento a ser designado pelas finanças.
Esquiva-se a dizer se é a favor ou contra as inovações em causa.
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 20:30
Absolutamente a favor, estavam previstas na proposta de programa para a Saúde que subscrevi. ah, e não percebo esse seu "esquiva-se".
É o que ela mais sabe fazer, esquivar-se
Carlos a 24 de Setembro de 2016 às 20:39
Ovelhas não são para o mato. Tive o desprazer de conhecer essa senhora Ana Pires à uns anos num colóquio, deveras que a sua arrogância e a sua mesquinhice continue ao longo destes anos passados.
O limite do seu ridículo terminou.
Apenas a população fica a perder consigo.
Tenho dito.
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 20:43
Não é só uma questão de ser arrogante ou ridícula. Tenta manipular querendo dar uma imagem de esquerda enquanto se vai arranjando com o poder de direita.
Anónimo a 24 de Setembro de 2016 às 21:22
eheheheheheheheheheh
(defina "arranjando" ó faxavôr)
Vem nos dicionários.
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 01:32
Pois, bem me parecia...
É que não se reduz mesmo.
Falar com esta pessoa é o mesmo que um burro a olhar para um palácio. É uma pessoa que não aceita a crítica, é egocêntrica
Carlos a 25 de Setembro de 2016 às 07:37
E a sua alcunha que lhe fica tão bem, a chupista
Carlos a 25 de Setembro de 2016 às 07:37
É pá, e que tal em vez de assuntos de índole pessoal, falarmos todos da problemática nacional, que aliás está ao rubro. Lembrando os bons velhos tempos do PREC, que todos da nossa geração vivemos intensamente.
Porque não em vez de personalizações, comentarmos aqui os temas do momento.
O Saque Mortágua e o desejo deste governo de pôr os burocratas e esbirros das Finanças a espiolhar as contas e as vidas de quem tem mais de 50.000 euros no banco.
Porque não?
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 09:41
Sobre o "saque Mortágua", como lhe chama, umas imagens elucidativas
https://www.facebook.com/ostruques/videos/524492961081330/

http://geringonca.com/2016/09/20/o-imposto-pedro-mortagua/

Sobre o "espiolhar" sou ainda mais crítica, acho que é uma medida populista e justicialista tanto mais que a lei já permite a quebra do sigilo bancário caso haja uma razão legal para o fazer. Mais que espiolhar é sustentar uma paranóia coletiva usando uma pseudo moral.
Ana Matos Pires a 25 de Setembro de 2016 às 10:02

É isto que se pretende?

"Sente-se cercado: pelo Fisco que o investigou, por pessoas que andam a perguntar pelas propriedades que tem, por desconhecidos que o escutam e lhe deixam manuais de espiões à porta.
....
O juiz mais conhecido de Portugal, Carlos Alexandre, 56 anos, “juiz do Central”, como ele gosta de dizer, “o superjuiz”, como ele diz que não gosta de ouvir.
.... "

In O Expresso
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 10:05
Cara AMP: Ao "inofensivo" Saque Mortágua, aplica-se o mesmo que dizia um anúncio de televisão já há alguns anos.
" A principio estranha-se, depois entranha-se".

Ou seja, é mais um imposto em cima do povo.
A principio para não assustar, apenas será para uns quantos capitalistas, absentistas, e outras quais que tais..., mas que depois e como é hábito, se irá generalizar a todos ou quase todos que tenham algo na vida e independentemente da forma como o ganharam.

Como a doutora sabe, a maioria do povo português não considera o estado uma pessoa de bem, seja qual for o governo. E aplica-lhe a mesma atitude de desconfiança que Bertolt Brecht no poema A Indiferença, que igualmente conhece:

Primeiro levaram os comunistas,
Mas eu não me importei
Porque não era nada comigo.

Em seguida levaram alguns operários,
Mas a mim não me afectou
Porque eu não sou operário.

Depois prenderam os sindicalistas,
Mas eu não me incomodei
Porque nunca fui sindicalista.

Logo a seguir chegou a vez
De alguns padres, mas como
Nunca fui religioso, também não liguei.

Agora levaram-me a mim
E quando percebi,
Já era tarde.
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 10:20
A manipulação demagógica atinge neste comentário um ponto espantoso. Utilizar um poema anti-nazis para criticar um contexto político e governativo em que a direita está na oposição é no mínimo bizarro.
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 11:38
Demagógico, seria a tua tia, como diria um ex-primeiro ministro aqui citado.
Bertolt Brecht não disse e não deixou escrito em parte alguma, que este seu poema apenas e só, teria que ser usado exclusivamente como anti-nazi.
Ou deixou essa recomendação?
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 12:17
A aparência das suas palavras não é suficiente para ocultar a sua ignorância histórica.
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 12:32
Ora ainda bem que aqui chegou um intelectual, em contra-ponta a estes burros e ignorantes que por aqui andam.
Vamos lá a ver o que é brota de grande inteligência e conhecimento.
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 12:41
Sobre o contexto do poema em causa, saiba-se que segue um sermão de um pastor luterano alemão, Martin Niemöller, cuja citação completa é:
"Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse."
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 15:24
Tendo como mote a indiferença, quatro poemas:

http://blog.gawiga.com/2013/03/de-4-poemas-nao-sobrou-ninguem.html
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 15:29
Absurdo! O Estado não é uma pessoa. A maioria dos portugueses é anarquista???
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 11:41
Lembram-se de um ex-primeiro ministro que tentou controlar todos os meios de comunicação deste país?
Ei-lo aqui de novo e porque será reiniciou a sua vida politica com este tema?

"Sócrates do lado de Mortágua critica fúria acerca do novo imposto sobre imobiliário.

O ex-primeiro-ministro José Sócrates considerou "absolutamente inacreditável que a sociedade e os comentaristas" televisivos "rebolem de fúria" pela criação de um novo imposto sobre património imobiliário, pondo-se do lado da deputada bloquista Mariana Mortágua.
....."

In Jornal de Negócios/Lusa
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 11:50
"Ou seja, é mais um imposto em cima do povo." Tanto que eu gostaria de viver num país onde o grupo sobre o qual incidirá qq coisa que ainda não está decidida mas que diz respeito a um agravamento de impostos sobre ativos imobiliários de valor superior a x (que ainda não está decidido quanto) fosse representativo do "povo".

A escolha do poema é demagógica e de muito mau gosto.
Ana Matos Pires a 25 de Setembro de 2016 às 11:45
AMP: Doi não doi, quando algumas verdades nos tocam no âmago, e nos deixam sem argumentos?

Explique lá então por favor, porque é que "A escolha do poema é demagógica e de muito mau gosto" sic...?
Ou Bertolt Brecht é apenas pertença de alguns iluminados?
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 11:55
A resposta às suas perguntas está no poema, repleto de mensagem.
Ana Matos Pires a 25 de Setembro de 2016 às 12:08
AMP: afinal não responde. Arranja subterfúgios para fugir ao debate de ideias.
Tem sido sempre esse o problema do Materialismo Dialético/Marxista, e foi por isso que eu o abandonei de vez como doutrina e ideologia. O que não quer dizer que me tenha convertido ao capitalismo.
Chega onde chega, e quando não tem respostas para os complexos desafios da sociedade, refugia-se nos seus dogmas e pressupostos caducos e desajustados.
Como foi o seu sucedâneo da criação do "homem novo" ou o facto de um governo só por ser de esquerda, temos que acreditar piamente em tudo o que faz. Como é o caso agora do Saque Mortágua ou da vigilância pidesca do fisco.
Estamos feitos.
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 12:31
É só confusão na sua cabeça! Mistura filosofia com política de um modo trapalhão, o que resulta numa trapaça!
Anónimo a 25 de Setembro de 2016 às 12:48
Mais que respondi, respondi com a mensagem do próprio poema, e se a mensagem da poesia, de toda a poesia, é poderosa

Desengane-se, lá por uma aldrabice ser escrita muitas vezes não se torna uma verdade, por mais que insista que eu "fujo ao debate de ideias" a realidade dos factos prova o contrário, pelo aos debates de ideias que me interessam e com quem me interessa discuti-los.

Qto aos assuntos em apreço, leia-se as duas propostas governamentais referidas, cf por favor o que deixei escrito às 10.02h.
Ana Matos Pires a 25 de Setembro de 2016 às 13:45
Ainda a propósito do "saque Mortágua" um artigo pleno de puro de bom senso do Paulo Baldaia hoje no DN http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/paulo-baldaia/interior/os-ricos-podem-pagar-mais-ou-nao-5407610.html
Ana Matos Pires a 25 de Setembro de 2016 às 14:45
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