Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Out 17

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publicado por Zé LG às 08:48
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Que bonita foto!!!!!!
Anónimo a 13 de Outubro de 2017 às 09:10
Longevidade no Baixo Alentejo é menor que no resto do continente.
Boa!!
É da maneira que há mais camas disponíveis nos lares da terceira idade.
Anónimo a 14 de Outubro de 2017 às 10:18
Se calhar é porque há poucas camas livres nas casas das famílias.
Anónimo a 14 de Outubro de 2017 às 14:15
Porque será? Tem muito pouco que saber!
Anónimo a 14 de Outubro de 2017 às 16:02
Não, não há explicação alguma plausível para esse facto.
Em que é diferem os baixo-alentejanos dos alto-alentejanos ou dos algarvios, para estes últimos terem maiores longevidades?
Quais são as variáveis intrínsecas que justifiquem afirmações significativas a ponto de se chegar a conclusões deste tipo?
Há que ter cuidado com o que afirma e logo desta forma tão perentória.
Até porque um estudo destes, requer sempre muitos outros mais, de forma a confirmar as suas variáveis e os seus pressupostos.
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 11:38
Há várias explicações possíveis, é preciso avaliá-las. Não esquecer, p ex, que o Baixo Alentejo tem a maior taxa de suicídio do país sobretudo à custa dos maiores de 65 anos, do mesmo modo que tem a maior taxa de diabetes. Estas e outras questões podem contribuir para a realidade agora referida. Há que estudar o assunto.
E as doenças cardiovasculares ocupam o primeiro ou o segundo lugar nas causas de mortalidade do Distrito.
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 13:07
No estudo de qualquer um dos indicadores demográficos e de saúde o Baixo Alentejo apresenta a cor mais "negrita" significando essa sempre piores valores desse indicador.
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 13:16
Não é verdadeiro fazer tal generalização. O Alentejo também tem alguns indicadores de saúde bons. Que se recorde que o distrito de Beja atingiu a melhor (menor) taxa de mortalidade infantil do País.
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 13:51
Somente foi feita referencia aos indicadores relacionados com a notícia.Claro que há outros que são bons como o que refere.Mas não se falava de mortalidade infantil,ok?
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 16:08
O anónimo das 13:16 falava de “qualquer um dos indicadores demográficos e de saúde”. Quando a priori se quer fazer um quadro negro, as generalizações são arbitrárias e abusovas. Mais rigor, porque há por aqui quem entenda da matéria! Demagogia panfletária é para outro lugar...
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 16:37
Abusivas, corrigindo.
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 16:38
Demagogia panfletária não é o meu forte,menos aqui nos comentários.Guardemo-la para outras situações e para quem a sabe e quer utilizar,anónimo das 16:37.
Mesmo falando de"cor", temos a "negrito"os indicadores demográficos: mais elevado índice de dependência de jovens e idosos,mais baixa taxa de fecundidade,menor índice de renovação de gerações...
A "negrito"também os indicadores de saúde:maior taxa de mortalidade , que aliás acompanha os correspondentes indicadores de morbilidade,ao nível das doenças cérebro e cardio vasculares e oncológicas. A diabetes(nos diferentes grupos etários) e a mais elevada taxa de suícidio , como há aqui foi dito,completam o quadro a "negrito".
Podemos acrescentar os indicadores na área da educação,que assumem dos piores valores, sem esquecer a tão falada literacia ou ausencia dela na área da saúde.Têm elevado impacto na promoção e prevenção da saúde.
Se quiser acrescentemos indicadores de cariz económico como o PIB per capita, agora , parece, a manifestar alguma inversão de valores.E ainda os indicadores de natureza social como a mais elevada taxa de desemprego,a maior distribuição dos menores valores de reforma, e por aí...
Não serão estes , por si, suficientes para a tal menor longevidade?
E agora quanto à resposta ,aos indicadores que possam medir os resultados da prestação de cuidados,face aos "negritos" supra referidos?
Deixo-lhe para si,também entendido na materia, e eu gosto que sejamos cada vez mais,a necessária e pública resposta.
Não esquecer que temos dos melhores indicadores na área da materno-infantil,a nível nacional,com a mais baixa taxa de mortalidade infantil, como já referiu,mas a aposta ao nível da neonatologia e pediatria têm sido ,no Baixo Alentejo ,de excelente qualidade e de mérito de muitos e "alguns".
Também ao nível da Psiquiatria ,a estratégia ja está implementada e agora operacionalizada, dará os seus frutos, melhorando naturalmente alguns dos indicadores.
Bem , para "panfleto"já me alonguei, não acha?

Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 19:56
Julgo que quem comentou não o fez no sentido depreciativo de menorizar o Baixo Alentejo, antes para realçar um problema que todos queremos ver melhorado. Penso eu DE QUE, como dizia o outro.
Ana Matos Pires a 15 de Outubro de 2017 às 19:00
Claro, Dra.Ana Matos Pires!
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 19:58
E a minha questão é a seguinte:
Senhores entendidos da matéria, é possível reverter esta situação descrita?
Anónimo a 15 de Outubro de 2017 às 20:35
Possível, como e quando é que é preciso perceber, daí a importância da investigação.
Ana Matos Pires a 15 de Outubro de 2017 às 23:42
faltou o verbo, "Possível é" queria eu ter escrito
Ana Matos Pires a 16 de Outubro de 2017 às 00:50
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