Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Abr 17

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publicado por Zé LG às 23:58
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1. (Ponto Prévio) Que não se estranhem os reparos que se fazem a propósito da primeira entrevista da nova responsável pela ULSBA. Quando a escolha do momento da primeira aparição é o de começar com o anúncio de vagas intenções, e não o de meio do mandato para fazer o balanço e prestar contas, fica uma opção expressa, com leitura e significado. Assim sendo, o escrutínio público imediatamente começa, sem o habitual período de "estado de graça".
2. (Ponto Único) A dita entrevista é de leitura rápida, em tom de low-profile, em registo burocrático, resultando em baixa das expectativas da população e profissionais. Nenhuma ideia concreta de inovação, sem perspectivação estratégica, sem arrojo nem chama. Gostaria de ter mais para analisar, mas o conteúdo é pobre. Lamento.
Bakunin a 22 de Abril de 2017 às 07:46
Uma prestação tão fraca que apenas ficou o destaque para o equívoco assunto do Hospital de Serpa. O acordo com a Misericórdia nunca foi cumprido, o que lesa o Estado (e não "lesiona"), como aqui no Alvitrando já foi sobejamente denunciado. Recorde-se que o atual ministro já recusou uma recomendação aprovada pela Assembleia da República para que esse Hospital regressasse ao SNS. Não se percebe porque Conceição Margalha acena com essa hipótese, como se fosse um caramelo do Rosal.
Anónimo a 22 de Abril de 2017 às 08:18
Estratégia? Ela definiu-a: parceria com o Hospital de Évora, para ficarmos com as sobras!!!
Anónimo a 22 de Abril de 2017 às 08:21
O Robalo tem aqui uma aliada.
Anónimo a 22 de Abril de 2017 às 09:06
Muito mais que aliada, ou diferente de aliada.
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:55
Esse é peixe graúdo e de águas profundas!
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 18:16
Ficamos com os cuidados continuados na Medicina e com o hospital de Beja a caminho do de Serpa.Os pobrezinhos Baixo alentejanos que se cuidem, e os os outros que vão arranjando uns dinheirinhos para seguros ou tem os subsistemas continuarão cada vez mais a tratar-se nas capitais!
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:53
O entrevistador estava mal preparado. Não ficámos a saber nada do que pensa a Presidente do CA da ULSBA sobre uma série de questões estruturantes para a prestação de cuidados de saúde no Baixo Alentejo. Por exemplo: sobre o acesso e qualidade do serviço de urgência, sobre a criação de Centros de Responsabilidade Integrada, sobre cuidados paliativos, Conceição Margalha nada disse.
Anónimo a 22 de Abril de 2017 às 09:30
O entrevistador não passou de um escriba. A entrevistada trata os assuntos de gestão da empresa ULSBA aos "bocados".A formacao dos internos fora da ULSBA, utilizando protocolos entre instituicoes,"É um bocado falacioso ".O protocolo de cedência da gestão da unidade hospitalar de Serpa à Santa Casa da Misericordia,"Esse é um assunto um bocado quente".
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 16:07
É isto uma líder? Até acha bem o que a Troika determinou! Estamos feitos...
Anónimo a 22 de Abril de 2017 às 09:02
Por mais que se goste ou não se goste de uma pessoa, não se deve logo começar logo por a endeusar ou a diabolizar. Até porque não é uma pessoa por si que consegue inverter uma tendência de décadas, que passou por vários governos e administrações e que é extensível a outros sectores da administração pública.
Ou seja a transferência de competências de Beja para Évora, ao abrigo da tal de regionalização do Alentejo, que tem no PCP o seu mais activo militante.

Embora eu concorde em absoluto que este CA não deve ter estado algum de graça. Sobretudo por nele constar alguém, e é logo o número 2, que toda a cidade sabe o que fez quando lá esteve.
Pelo que apenas nos resta estar atentos e intervenientes, na defesa dos interesses das populações da região e em particular daqueles que por motivos de saúde e sobretudo económicos, não têm capacidade algum de recorrer aos privados ou subsistemas de saúde.
Anónimo a 22 de Abril de 2017 às 10:50
Não é a pessoa que está em causa, mas a demonstração de que os critérios que nortearam a escolha dos constituintes deste CA não terão sido os mais apropriados.
Anónimo a 22 de Abril de 2017 às 11:27
Os critérios devem ter sido os do interesse da tutela e da ARSA.
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:19
O anónimo anterior das 15:19 quer dizer-nos que a tutela e a ARSA não tem em conta os interesses dos utentes Baixo Alentejanos é isso? Explique -nos lá isso melhor sem meias palavras.
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:38
A nova Presidente da ULSBA tem um crédito de boa-fé. Enquanto o mantiver na relação da Administração com os profissionais o clima interno dessa empresa pública será favorável ao bom desempenho da sua missão. Se essa relação se romper, como aconteceu anteriormente, haverá perturbação e desmotivação entre os colaboradores. O chamado "estado de graça" é pois uma flor frágil, que tem de ser tratada com cuidado. Todos desejamos que dê certo.
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 09:46
Aí que a flor murcha logo na primeira entrevista!
A Guidinha já está em Evora a rir-se da entrevista da nova Presidente.
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:46
A rir-se a Guidinha não sei porquê! acha que fez alguma coisa pela ULSBA! Tomem juízo, pior não podia haver.
Anónimo a 25 de Abril de 2017 às 12:25
A Guidinha assim como o conde já fazem parte do passado, de forma que tenham juízo, deixem as pessoas da mão e sobretudo respeitem-nas.
Anónimo a 25 de Abril de 2017 às 13:48
Devastou a instituição em termos de clima organizacional.A desmotivação profissional tornou-se o denominador comum.Nao liderou nem a equipa do topo nem a dos profissionais de Administração hospitalar, seus colegas,que , cada um "per si "e a seu modo individual foram aguentando o barco.Foi tão mau exemplo da administração hospitalar, que por fim, creio em situação de desespero, colocou dois processos disciplinares à colega sénior que mais contribuiu na gestão dos recursos materiais da ULSBA até essa data.Pela primeira vez , no hospital de Beja, uma administradora hospitalar ocupa , por nomeação,o lugar de Presidente da ULSBA,e a sua acção envergonha uma carreira que se quer e exige indispensável e prestigiada, nos vários níveis de gestão.
Resta-lhe então , pelo que por aí se diz, fugir do "seu"hospital , uns tempos... e assessorar a gestão de recursos humanos no Hospital Espírito Santo de Évora!Façamos, cada um, os juízos que entendamos.
Mariana Raposo-AH a 25 de Abril de 2017 às 14:03
Sem dúvida, Drª Mariana Raposo, façamos cada um os juízos que entendamos.
Já agora, e uma vez que não foi assim tão parca na sua análise, não quer tecer também uns considerandos ao CA que antecedeu o Guidinha. E confrontando um com o outro?
Anónimo a 25 de Abril de 2017 às 15:22
Deixem estar que os Recursos Humanos do Hospital de Évora também ficam bem entregues.
Anónimo a 26 de Abril de 2017 às 10:42
Estive a ler a entrevista do DA a Conceição Margalha e parece-me a possível a menos de um mês depois da tomada de posse, sensata e adequada
.
Gostei particularmente da nota sobre a aposta na idoneidade formativa como grande estratégia para a fixação de clínicos e a recusa de uma postura bairrista em relação ao futuro hospital de Évora. A este propósito uma pequena correção, não foi o atual bastonário, Miguel Guimarães, quem se manifestou em relação ao futuro hospital de Évora mas o anterior, José Manuel Silva.
Ana Matos Pires a 23 de Abril de 2017 às 12:34
A AMP não sabe que essa aposta (de fixação de internos) tem décadas...
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 14:53
Imagino que sim e, por isso mesmo, há que apostar nela, que a reforçar - sempre e de todas as maneiras possíveis - e não diminuir as probabilidades da sua eficácia.
Pois é, não contando com o chauvinismo de Évora...
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:05
"Pois é, não contando com o chauvinismo de Évora..." a que se refere neste particular? Pergunto porque não faço a mínima ideia.
E aqui tb "Tenho defendido publicamente que a “resposta” passa essencialmente pela capacidade de fixar os médicos que aqui chegam para fazer a especialidade, é a esse nível que a aposta deve ser feita, tenho a convicção absoluta disso. Até aceito uma aposta e daqui a quatro anos falamos (a especialidade é de cinco anos)." http://da.ambaal.pt/noticias/?id=9701

Mas os outros diretores de serviço nem sequer vêem ao Alvitrando...
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:15
"Mas os outros diretores de serviço nem sequer vêem ao Alvitrando..." a bem da verdade não têm nada que vir, ora essa.
A Psiquiatria não vai precisar de enviar doentes para Evora nem o hospital precisa de fazer protocolos nessa área com Evora porque aqui somos autosuficientes.Tem sido essa a estratégia da ULSBA.Ja quanto a outras especialidades, somos um hospital medico-cirúrgico,os seus Directores não veem , não conhecem, não sentem qual a estratégia da ULSBA para dar aos utentes a tal resposta eficaz, integrada e de qualidade que os doentes têm direito. E por aqui me fico...
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:32
Não percebo, desculpe.
Sobre a psiquiatria em Beja, esta era a realidade em 2013 https://www.publico.pt/local-lisboa/jornal/falta-de-psiquiatras-esta-a-dificultar-a-assistencia-aos-doentes-em-beja-26790822. ah, e não houve discriminação positiva em termos de salários desde então, é bom que se diga.
Disse-o quando a Serviço de Psiquiatria da ULSBA a conseguiu http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=6406
Os diretores dos outros serviços não são tão eficazes nisso como a Dra..
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:09
Com uma diferença significativa relativa à de décadas atras.Nas décadas anteriores, os nossos internos queriam cá ficar e exercer no hospital de Beja onde aprendiam e davam cartas por aí.Hoje os nossos internos, nas especialidades que ainda os têm, querem ir embora logo que terminem a sua formação muitas vezes insipiente.
Anónimo a 23 de Abril de 2017 às 15:16
Tem números?
Somos todos muito estúpidos a perdermos tempo com pessoas que nos ignoram e maltratam.
Anónimo a 26 de Abril de 2017 às 14:08
E sobre isto, alguém me elucida "Os autarcas têm um papel a desempenhar neste capítulo…
O Ministério da Saúde fez o contacto com a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo para a nomeação do elemento em falta no conselho de administração, mas não tenho conhecimento se já houve alguma resposta sobre o assunto."? Agradecida.
Ana Matos Pires a 27 de Abril de 2017 às 00:32
Receber de volta a misericórdia? Que ridículo! Ou já roubaram tudo?
E quem fiscalizou as obras lá realizadas? Ao que consta o marido da P. parece que abriu uma empresa fantasma de construção cívil. ......
Como podemos confiar?
Anónimo a 12 de Maio de 2017 às 15:41
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