Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Dez 17

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Segundo me informaram, os serviços de Obstetrícia do Hospital de Beja estarão encerrados nos próximos dias 24, 25 e 31, devido à falta de médicos. A ser assim, os pais que possam estar à espera dos seus filhos nesses dias terão de pedir a reprogramação dos partos ou ir tê-los noutros sítios. 

A ser assim - volto a colocar as coisas no condicional -, não seria correcto haver uma informação pública desses lapsos na prestação desse serviço? Os cidadão não têm direito a saber com que serviços públicos podem contar? Ou a crise e as ausências de prestação de serviços correntes já se banalizou no Hospital de Beja?

publicado por Zé LG às 19:31
Oh,ainda agora a procissão vai no adro.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2017 às 19:59
Vão para Evora que a estrada é boa.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2017 às 21:16
Inda agora nasceu mais um bebé na ambulância.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2017 às 21:37
Chamem os reformados que ainda por lá andam uma meia dúzia deles. E alguns tem consultórios privados ainda.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2017 às 21:46
Mas isso nao são lapsos na prestação de serviços.
Os cidadãos têm direito a saber tudo mas também não se interessam muito. O que sabe e o que quer saber a população do Baixo Alentejo sobre os cuidados de saúde que a ULSBA lhe presta ou que lhe pode a vir prestar caso necessitem?
Muito pouco.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2017 às 22:11
E já que falamos de fim de ano, alguém sabe em quanto vai ficar a festa? É que no sitio onde devia estar publicado nada consta. O que é que escondem?
Maria a 18 de Dezembro de 2017 às 23:48
Possivelmente não haverá festa!
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 11:53
Vai haver festa que eu já vi publicidade na Cova da Moura, na Quinta do Mocho, no Bairro do Aleixo que é de onde se espera que venha um grande numero de visitantes. as empresas de restauração, hotelaria e comércio local estão eufóricos.
Maria a 19 de Dezembro de 2017 às 12:42
Pois, parece que os de viana de castelo e arredores não vêm!
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 14:16
Assim se destroi um post importante...
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 18:23
Beja Merece que e discutam assuntos sérios ,preocupantes e de interesse para a populacao como a saude.O post ė mais ou menos claro .Nao o tornem obscuro com a festas de bebedeiras de final de ano.
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 18:30
Acha? Há muito que em Beja nada mas mesmo nada é levado a séria. A população é maioritariamente MUITO poucochinha e há uns quantos que quais CHICOS ESPERTOS vão governando (bem!) as suas vidinhas à pála desses papalvos e sabujos que ainda lhes lambem o cú a ver selhes calham umas migalhas!

Uns tristes numa pseudo cidade de merda
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 18:53
Custa me concordar consigo, mas olhe que tem razão
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 22:44
Aquisição de Serviços de Fogo de Artifício Final de Ano 2017 6.990,00 € (Pirotecnia Minhota, Ldª)
Aquisição de serviços de aluguer de equipamento de iluminações de Natal 2017 30.000,00 €
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 19:35
Eh pá e a Guarda não vê isto? Isto só pode ser culpa dos comunas na camara!
Anónimo a 19 de Dezembro de 2017 às 22:22
O CA da ULSBA já esclareceu?
Anónimo a 20 de Dezembro de 2017 às 18:16
Qual esclareceu? Nem a Presidente deve saber disso.So se o substituto e o Director Clinico quiserem dizer alguma coisa.
Anónimo a 20 de Dezembro de 2017 às 18:58
E as respostas às reclamações dos utentes do Serviço de Urgência , também só merecem o silêncio.
Anónimo a 20 de Dezembro de 2017 às 19:59
As reclamações no Livro Amarelo têm um prazo para serem respondidas.
Anónimo a 20 de Dezembro de 2017 às 23:40
Como é fácil difundir uma notícia falsa!
A questão mais séria em relação às falsas notícias é que elas podem afetar seriamente a vida das pessoas … neste caso, a da população do baixo alentejo.
Não pode ser de ânimo leve que se lança a debate uma notícia de fonte maliciosa.
Só tem dois fins:
• Destruir uma reputação;
• Ou prejudicar alguém.
Tem de ser confirmada em sede própria.
Foi o que fiz junto do Conselho de Administração e da Direção do Serviço de Obstetrícia.
Se o objetivo deste post foi o de criar pânico nas futuras mães, foi atingido, pois ao estender-se a todas as redes socias, levou a que algumas destas utentes entrassem em contato com os seus médicos para antecipar o parto.
Para elas em especial, uma palavra de conforto de que terão as equipas de obstetrícia à espera para o atendimento, seja a 24, 25, 31 de Dezembro ou 1de Janeiro.
Se considera isto liberdade de expressão e serviço público …
Deixo-lhe aqui os meus parabéns pelo seu contributo Lopes Guerreiro!
Anónimo a 21 de Dezembro de 2017 às 11:17
Caro Anónimo a 21 de Dezembro de 2017 às 11:17,
Como quer que leia o seu "esclarecimento" e crítica ao meu alvitre? Sendo anónimo, como posso considerá-lo fidedigno? Pelo menos, a fonte do meu alvitre não foi anónima e merece-me todo o crédito. Apesar de tudo, acredito que o seu esclarecimento possa corresponder à realidade e que esta possa ter sido alterada em consequência da publicação da "falsa notícia", como lhe chama. Se assim for, ainda bem para os utentes que dela possam beneficiar. Dar-lhe-ei a devida publicidade se tiver a confirmação oficial.
Zé LG a 22 de Dezembro de 2017 às 01:03
Caro Lopes Guerreiro

Como sabe uma notícia só é verdadeira ou falsa quando houver ou não evidência da sua efetividade. As fontes só são fidedignas quando a notícia é ou não confirmada perante os interlocutores, situação com a qual não se preocupou.
Neste caso não passou de um boato de uma fonte maliciosa, que poderia ter consequências mais graves, pois a população alvo encontra-se, pela sua natureza, em estado fragilizado.
Vamos deixar de brincar com coisas sérias. Concordo plenamente que o Conselho de Administração não responda a blog´s, e esclareça sim os órgão de comunicação social, se houver matéria justificativa.

Anónimo a 22 de Dezembro de 2017 às 10:14
Nem um blog deixa de ser um meio de comunicação social nem um órgão de comunicação social deixa de dizer inverdades...
Anónimo a 22 de Dezembro de 2017 às 10:25
Caro Anónimo das 10:14: Lendo a notícia publicada em https://www.radiopax.com/hospital-de-beja-sem-obstetras-na-passagem-de-ano/, não parece que não tenha passado de "um boato de uma fonte maliciosa". Ainda bem que, segundo o CA as dificuldades terão sido ultrapassadas.
Fique certo que não estou nada interessado em "brincar com coisas sérias". Mas também não estou nada interessado em assobiar para o lado quando existe o perigo de ser interrompida a prestação de serviços fundamentais para a população.
Quanto à comunicação, publico amanhã um alvitre sobre o assunto. Se estiver interessado, leis e critique.
Zé LG a 23 de Dezembro de 2017 às 00:34
E foi preciso passarem 4 dias e vir um anónimo dizer que afinal não é bem assim...então e o CA...o gabinete de informação da Ulsba....não informam...não desmentem...tb é um belo serviço público
Anónimo a 21 de Dezembro de 2017 às 14:31
Os buracos das escalas ja foram preenchidos depois da noticia aparecer.
Anónimo a 21 de Dezembro de 2017 às 16:19
Afinal a notícia não era falsa.
Anónimo a 21 de Dezembro de 2017 às 21:27
Este post e estes comentários andam-me a encanitar os nervos. Cá vai, por partes.

Em nenhum momento, de certeza e para já, esteve em causa o encerramento dos "serviços de Obstetrícia do Hospital de Beja" nos dias referidos, antes o risco de não estar assegurada a urgência de Obstetrícia nesses mesmos dias por falta de clínicos para assegurar a escala de urgência.

Não pode, e não deve, haver "informação pública" do fecho de uma urgência enquanto não se esgotarem TODAS as possibilidades de resolver o problema - no presente caso de se tentar por todos os meios assegurar a escala de urgência nos dias em falta.

Um blog não é um "meio de comunicação social" e um post não é uma "notícia". Exatamente por não ser uma notícia este post deixa uma série de perguntas, mais exatamente três, cujas resposta são, respetivamente, (1) não, (2) sim e (3) não.

É, naturalmente, spin vir armado(a) em virgem ofendida quatro dias depois da publicação do post fazer considerações "pseudo-éticas" sobre o dito, numa altura em que, com grande probabilidade e felizmente, a situação estaria resolvida. Mau spin, portanto, que, aposto, tão pouco foi desejado pelo órgão dirigente da instituição- de certezinha absoluta.

Que presunção, Lopes Guerreiro, e que falta de confiança em quem dirige a "coisa pública" (para usar um termo que tantas vezes por aqui tenho visto). Não lhe parece que os principais interessados em resolver as carências - as múltiplas e graves carências - de saúde na área de intervenção da ULSBA são quem a dirige? Acha, mas acha mesmo, que foi um post num blog que determinou uma atitude pró ativa da parte dos dirigentes da instituição na resolução da falta de serviços de saúde na região? Acha mesmo que o CA da ULSBA e os responsáveis pelo Serviço de Obstetrícia da ULSBA ficaram quietos, alegres e contentes, com uma escala de urgência com buracos e que só agiram e tentaram resolver o problema depois, e porque, surgiu um post no Alvitrando? Acha mesmo que saber das dificuldades reais faz com que seja para o lado que melhor dormem? Parece-me, no mínimo, de uma desconsideração absoluta por quem tenta resolver os importantes e graves problemas de saúde desta terra. E olhe que não se tem estado parado, nem o órgão de gestão nem as direções dos serviços, garanto-lhe. Não está fácil, não está nada fácil, e é preciso lutar - é preciso que todos nós lutemos.

Boas festas.

PS: bora fazer de 2018 um ano de luta melhor e mais eficaz? Eu estou disponível, porque ela é necessária, a bem da saúde do povo desta região.
Ana Matos Pires a 22 de Dezembro de 2017 às 22:59
Uma perguntinha para a nossa pretensiosa educadora: Qual é a diferença entre depositar confiança cega nos dirigentes e desinteressar-se pelos destinos da coisa pública? Se a opinião de quem tem uma atitude de alerta se deve inibir pela presunção de que os responsáveis resolverão todos os problemas, então um blogue não tem qualquer interesse para a cidadania. Adotando o slogan, repito: NÃO ADOTO ESTE SILÊNCIO...
Anónimo a 22 de Dezembro de 2017 às 23:46
Sorry?
Sorri amarelo, pois!
Anónimo a 22 de Dezembro de 2017 às 23:51
Qual é a parte de "Apesar de tudo, acredito que o seu esclarecimento possa corresponder à realidade e que esta possa ter sido alterada em consequência da publicação da "falsa notícia", como lhe chama", escrito pelo Zé Lopes Guerreiro, que não entende, senhor(a) anónimo?
Não disse que não entendi isso. A senhora quer responder à pergunta? Olhe que o seu zelo a defender a honra das Direções dos Serviços não tem correspondência na Administração... Mas é dela o compromisso...
Anónimo a 22 de Dezembro de 2017 às 23:59
Não respondo à sua pergunta porque ela não me faz qualquer sentido, não sei o que é ter «confiança "cega" nos dirigentes» nem percebo a pergunta na sequência do que escrevi.

Quanto ao resto... não percebeu mesmo nada, peva.
Sinapismos e manipanços.
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 00:14
Que é como quem diz cataplasma e feitiço.
Em defesa dos patrões.
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 00:20
Feliz natal para si também.
Que saboreie o bolo-rei do sexto piso.
Anónimo a 23 de Dezembro de 2017 às 00:26
PS: comecei por dizer que me iria referir ao post e as comentários.
Ana Matos Pires a 22 de Dezembro de 2017 às 23:56
Cara AMP: Aceito a "reprimenda" pela presunção... mas olhe que não seria o serviço ou a urgência do serviço ficar encerrado/a.
Mas vamos ao essencial. Todos sabemos - uns mais que outros, como é normal -, das muitas dificuldades com que a ULSBA e o Hospital de Beja se debatem. Muitas e certamente as mais graves não serão da responsabilidade do CA nem das direcções dos serviços. Por isso mesmo é que não entendo, nunca entendi, porque é que o CA e o Conselho Consultivo nada fazem para envolver as populações (pessoas mais interessadas) na tentativa de resolver esses problemas. Sendo assim, não me parece que seja de admirar que apanhem por tabela. Se acham que tudo podem resolver sozinhos, não se admirem de ser criticados pelos problemas que não conseguem resolver. Mas como escreveu e eu estou de acordo "Não está fácil, não está nada fácil, e é preciso lutar - é preciso que todos nós lutemos." Por isso, contem mais connosco.
Para terminar, ainda bem que as dificuldades surgidas neste caso foram resolvidas, mesmo sem a presumida ajudinha do Alvitrando.
Zé LG a 23 de Dezembro de 2017 às 00:58
eheheeheh como muito bem sabe, porque já me vai conhecendo, não se tratou de uma reprimenda, com ou sem aspas, antes de uma discussão de ideias com alguém que prezo (não percebo o que quis dizer com "mas olhe que não seria o serviço ou a urgência do serviço ficar encerrado/a.")

A discussão mais alargada que entretanto traz com este comentário, e que não foi a inicial do post nem a que estava a ser feita nesta caixa de comentários, nomeadamente a da necessidade de envolvimento - e de esclarecimento claro e objetivo - da população na vida da ULSBA, deve, de facto, ser feita e quem de direito deve "comê-las" se assim não atuar - mas não com criticas ao lado, antes de um modo muito direto. Assim sendo não posso deixar de assinalar a responsabilidade dos órgãos municipais eleitos por sufrágio direto da população na não designação de elemento que a lei lhe permite para os CAs das ULS - cito o DL 18/2017 no que respeita à composição dos CAs das ULS "O conselho de administração é composto pelo presidente e um máximo de cinco vogais, que exercem funções executivas, incluindo até dois diretores-clínicos e, um enfermeiro-diretor, sendo um dos vogais proposto pelo membro do Governo responsável pela área das finanças, e outro pela Comunidade Intermunicipal, ou pela Área Metropolitana, consoante a localização da ULS, E. P. E., em causa.": onde está este último?

Já o Conselho Consultivo existe, com a seguinte composição, tb prevista na lei - "a) Uma personalidade de reconhecido mérito, nomeada pela Comunidade Intermunicipal ou pela Área Metropolitana onde se situe a sede dos respetivos centros hospitalares ou dos respetivos hospitais, que preside;

b) Uma personalidade de reconhecido mérito, nomeada pelo membro do Governo responsável pela área da saúde;

c) Um representante da respetiva Administração Regional de Saúde;

d) Um representante dos utentes, designado pela respetiva associação ou por equivalente estrutura de representação;

e) Um representante eleito pelos trabalhadores do hospital E. P. E.;

f) Um representante dos prestadores de trabalho voluntário no hospital E. P. E., entre estes eleito, quando existam;

g) Dois elementos, escolhidos pelo conselho de administração do hospital E. P. E., que sejam profissionais de saúde sem vínculo ao mesmo.".

Que ponte é feita entre os elementos previstos nas alíneas a) e d) e a população que representam e que os escolheu?

Para terminar, e como de certeza também já sabe, não é a critica que eu critico, era o que mais faltava. E se há papel importante de um blog com as características deste é o de trazer à colação e à discussão alargada assuntos que dizem respeito ao coletivo, daí que seja importante fazê-lo de um modo claro, direto, justo e informativo.

Bom natal, um abraço.
Tenho mesmo de meter-me nesta conversa!...
Há muito que entre nós, comunidade Bejense, propugno uma cultura de transparência, diálogo e envolvimento cívicos, entre responsáveis pela gestão e a população. Já em agosto de 2003, num extenso artigo publicado no Diário do Alentejo, afirmava:
“Manter informados os utentes e dialogar com os seus representantes, eis uma das legítimas expectativas que os cidadãos contribuintes têm sobre a atividade dos gestores hospitalares.”
“A defesa do interesse público exige não só rigor na administração de recursos. Exige também a transparência dessa gestão perante a comunidade.”
Daí para cá muito se legislou, sendo hoje possível aceder online a muita informação pertinente. No entanto, esses dados poucas vezes chegam aos cidadãos.
Mas é outra razão que implica a necessidade de informar os utentes em “tempo real”: a de que estes possam dar força para a resolução de dificuldades com que se debatem os responsáveis nomeados no dia-a-dia. É nesse objetivo, de Unidade, que convergem as ações de intervenção pessoal, entre as quais as que um blogue como este possibilita.
Munhoz Frade a 23 de Dezembro de 2017 às 10:00
Particularmente importante dados os poucos recursos existentes na ULSBA, estes resultados só se conseguem com muito trabalho https://www.facebook.com/asparedesdebejafalam/photos/a.682863431775439.1073741829.664035223658260/1636764286385344/?type=3&theater
Ana Matos Pires a 28 de Dezembro de 2017 às 23:14
E?
Que parabéns?
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 23:32
Em saúde,ao contrário de outros bens, a oferta induz à procura.
Assim sendo, se o hospital não tem oferta a procura desloca-se para onde existe a oferta.Por exemplo,se tenho oferta de cuidados de que preciso numa consulta da especialidade, no hospital da Luzou outro , e até pago menos do que a taxa moderadora porque o meu subsistema o permite, vou às compras a Lisboa ou a Setúbal ou a Évora e vou à consulta.Ate o meu médico de família me pode dar a escolher onde quero ir porque o SNS admite a possibilidade de escolha fora da área da residência.
Tudo isso está a aconter no SNS.Ha tanto a exemplificar e a perceber e cuidado com o “embandeirar em arco”.Nem tudo é vitória ,só porque o número está a Verde ou é top!
Poderíamos falar das consultas a tempos e a horas em outra especialidade como a Fisiatria, só com um médico,onde a resposta privada abunda e responde às necessidades dos utentes.
E a analise de dados para ser bem feita implica conhecer e saber de gestão em saúde.Contextualizar porque nem tudo é informação .

Anónimo a 29 de Dezembro de 2017 às 00:01
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