Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
05
Mai 17

Beja, esta noite, desmentiu mais uma vez os que recusam promover debates sobre temas importantes para a Cidade e o Concelho porque as pessoas não participam.

Esta noite, no debate sobre Urbanismo, Mobilidade e Ambiente, promovido pelo PS, compareceram dezenas de pessoas, que só abandonaram o local porque o mesmo teve de encerrar, depois de duas horas e meia de debate.

publicado por Zé LG às 00:41
Participada em número e em participação, passo o pleonasmo. Boa tertúlia.
Ana Matos Pires a 5 de Maio de 2017 às 08:54
As tertúlias tem um fim em si mesmas, habitualmente nāo têm consequências. Espero que não seja o caso.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 10:32
Segundo o PS estas tertúlias destinam-se a recolher contributos para as linhas programáticas e eventual futura gestão do municipio. Se assim for creio que podem cumprir os objetivos.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 16:30
Sugestão para uma próxima "tertúlia" dessas: que responsabilidade a autarquia deve ter na gestão da saúde? Caso o PS aceite a sugestão, ficarei muito curioso para saber que oradores convida para iniciar o debate... Com o acervo do Alvitrando na matéria, o Lopes Guerreiro pode ser convidado para mais essa "tertúlia"...
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 18:42
E os nomeados também.Assim como os profissionais da saúde do PS .
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 18:55
Saude-Descentralização nos municípios .
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 19:11
É desonesto que o PS não fale da saúde. Se a geringonça querer fazer de conta que ouve beja tem que fingir que quer falar da saúde porque é a coisa mais importante de beja para todos, ou há alguém no ps que não quer falar disso.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 19:11
Vejam o programa das conversas de maio. A saúde não está.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 19:46
Podia dar barraca.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 19:53
Porque daria o tema saúde e municípios barraca? Não querem saber dessa gestão nem de que serviços de saúde o Baixo Alentejo precisa?
Olha , se não querem e esse não é tema que interesse ao PS, também depois não se queixem os poucos que ca ficam e os remediados que , sábios, ainda não perceberam que sem cuidados de saúde com alguma qualidade as acessibilidades , o turismo e as novas culturas de regadio não chegam para esse planeado e não atingido desenvolvimento do BA.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 20:54
É esse precisamente um tema em que o PS local bem precisa de ouvir quem sabe, pois tem mostrado que indica quem não sabe.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 21:56
Podiam aparecer fortes críticas ao ministro.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 21:57
Com boas acessibilidades e desenvolvimento, só podem mandar depois os doentes ,do território a crescer demograficamente,com patologias do foro cirúrgico,cérebro vasculares,cardiovasculares para o Hospital Central do Alentejo Central.Daqui a quatro, cinco anos está construído e os profissionais,do nosso hospital adormecido ,que puderem e ainda quiserem respirar os novos ares da ciência da saúde, fartos de ser maltratados e esquecidos,pedem mobilidade para o Central e os internos recem formados já têm lugar para bem longe.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 22:14
Ao ministro e ao presidente da federação.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 22:48
Quais são os temas da tertúlias? Não há uma tertúlia sobre Saúde? É pena se tal não acontecer.
Mais do que isso, é suspeito.
Anónimo a 6 de Maio de 2017 às 08:06
Os boys do PS que organizam estas tertúlias não querem correr o risco de ouvir quem queira lavar roupa suja publicamente. Por isso não programaram um debate sobre a Saúde.
Anónimo a 6 de Maio de 2017 às 09:28
Essa justificação é razoável. Mas a máquina de lavar a tal roupa suja lá em casa está avariada há muito tempo, e parece que o senhorio não tem vontade de mandar "amanhá-la"...
Hannah PM a 6 de Maio de 2017 às 09:35
O Miranda não deixou, porque a Sra. PCA não quer que veham questionar o que disse na entrevista.
Anónimo a 6 de Maio de 2017 às 09:53
Tal como é suspeito que o programa completo já não está disponível.
Anónimo a 6 de Maio de 2017 às 12:38
E ao Robalinho de Évora.
Anónimo a 5 de Maio de 2017 às 23:57
E engraçado, que os que não querem que se fale sobre Beja, tenham inquinado estes comentários de maneira a não se falar de nada. Claro que a Saúde é importante, com certeza que ocupará um espaço central nos assuntos autárquicos, bem como as proposta da criação de uma região Alentejo e outra defendendo a criação da região Baixo Alentejo. Vamos ver quem quer levar as coisas para Évora, dando ainda mais relevo e esvaziando a nossa cidade de Beja (começaram com Pisões, o resto vem a seguir...)
Anónimo a 6 de Maio de 2017 às 11:01
Algo de muito pertinente se disse aqui sobre a questão da Saúde: é uma área estruturante no que respeita ao desenvolvimento integrado, porque é socialmente transversal, porque abrange atividades económicas diversificadas e porque se destina a garantir condições sociais imprescindíveis para o progresso da população. Infelizmente, são escassos os políticos locais que percebem esta realidade.
Hannah a 6 de Maio de 2017 às 11:33
Para além disso há, neste momento, coisas importantes a discutir na relação das autarquias com a Saúde, nomeadamente no caso das ULS a necessidade de um representante das autarquias nos CAs e a eventual passagem de responsabilidades que implicam com área da Saúde para as autarquias - o transporte de doentes não urgentes, p ex. Quanto mais não seja é necessário que os candidatos autárquicos tomem posições públicas sobre (o pouco) que pode ser determinado localmente nos assuntos relativos à Saúde e sobre aquilo que considero ser a errada "regionalização" da saúde, com riscos reais de se criarem SNSs regionais e de se aumentarem as diferenças na prestação de cuidados entre litoral e interior, p ex.

Parece-me sobremaneira importante a implicação autárquica nesta área, com posições e propostas sólidas, desde logo e se mais motivos não existissem porque o desenvolvimento da literacia em Saúde é uma posição assumida pelo atual governo e, aí sim, o papel das autarquias pode ter uma relevância extrema. A Saúde é, provavelmente, o bem social que mais implica com a comunidade.
O risco do envolvimento autárquico na Saúde não é a perversão do SNS nas regiões, mas sim o risco de definhamento do SNS nas regiões em que os representantes da população não se envolvam na sua defesa.
MF a 6 de Maio de 2017 às 12:36
Eu não acho que exista qualquer "risco" no envolvimento autárquico na Saúde, é não só útil como desejável do meu ponto de vista. A questão é que me parece muito importante que esse envolvimento seja sério, que seja feito de uma maneira articulada, que não se resuma a empurrar com a barriga os problemas - estou a pensar, p ex, na passagem de custos para as autarquias sem as garantias devidas dos respetivos financiamentos - e que não se traduza numa desresponsabilização do poder central para com todos os cidadãos, estejam eles em que zona do país estiverem.
Também assino de cruz...
Anónimo a 6 de Maio de 2017 às 12:48
Também assino de cruz.
Atento 2 a 6 de Maio de 2017 às 20:45
Independentemente de quem organiza, do contexto em que se realiza (neste caso, pré-eleitoral), do tema abordado, o debate de ideias, por muito diferentes que sejam (o que é sempre salutar), é fundamental para a tomada de decisões por quem tem a responsabilidade de governar uma cidade, uma aldeia ou um concelho. Só não vê isto e estimula este debate quem acredita nos "iluminati" ou nos homens providenciais e "salvadores da pátria".
José Filipe Murteira a 6 de Maio de 2017 às 12:20
Assino de cruz (outra vez).
"... e não estimula...", claro.
Jose Filipe Murteira a 6 de Maio de 2017 às 13:05
Meu caro. Entendo que não basta sermos sempre nós, os "opinativos crónicos", a participar nos debates e blogues abertos como este. Estaremos entretidos a pregar aos convertidos?
MF a 6 de Maio de 2017 às 14:20
"O que o dito Poder Central espera, ao nomear quem nomeia, é que os nomeados trabalhem para realizar os objetivos programáticos do Governo para o setor. Para tanto, que se lembre os tempos em que servia ser-se industrial de cutelaria para ser nomeado presidente de CA de hospital... Ora, esse tipo de confiança política nos nomeados pode perverter a missão das unidades de saúde. Por um lado a avaliação da eficácia de gestão não é habitualmente feita, ficando-se pelos resultados de exercício, as tais boas contas. Por outro lado, como as decisões políticas a nível macro muitas vezes desconhecem especificidades locais, é difícil encontrar critérios e padrões para o "benchmarking". Ora, o voto direto tem muito a ver com o sancionamento ou rejeição que os eleitores fazem, dos RESULTADOS. Que se avalie então da eficácia das gestões, também pelos resultados não apenas económicos, mas em termos de ganhos de saúde das populações servidas pelas unidades."


(Anónimo, in Alvitrando, a 27 de Julho de 2015 às 11:25)
Anónimo a 6 de Maio de 2017 às 14:58
O debate que se gerou foi muito interessante. Nunca é demais falar-se sobre este ou outro tema que interesse aos bejenses.
O mais fácil é decidir sem dar "cavaco" a ninguém. Mas em democracia é assim que se faz. Independentemente da quantidade de urticária que cause a uns ou a outros...
Eu a 6 de Maio de 2017 às 22:22
Desculpem a minha ignorância , mas quem é o vereador com o Pelouro da Saúde no actual executivo?
corocota a 9 de Maio de 2017 às 21:42
calaram-se todos...a pergunta deve ter sido inconveniente...
corocota a 10 de Maio de 2017 às 21:48
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