Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
29
Jan 16

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publicado por Zé LG às 00:31
A outra face do regadio, meu caro. Dentro do perimetro de rega de Alqueva, é permitido, por forma a que sejam implantadas outras culturas, muito mais rentáveis que a azinheira. Agora sim a verdadeira reforma agrária...
Confuso a 29 de Janeiro de 2016 às 08:36
Muito depois do "celeiro da nação"!...O desbaste continua, em nome de qualquer coisa, da qual não se conhecem predicados, mas que deixa marcas indeléveis na paisagem alentejana!...talvez caminhemos a passos largos para um processo de desertificação que nos aproxime do Norte do continente africano!...ou o regresso em jeito nostálgico, do Al Andaluz!...Não faltarão com certeza balanços, pós-alqueva, daqui a alguns anos, e talvez aí entendamos, esta realidade em direcção ao abismo eminente!...Não é pessissismo, são os factos com os quais nos deparamos diariamente!...Cansa, e deprime as nossas almas cansadas!
Ecce Homo a 29 de Janeiro de 2016 às 14:43
É claro que o Alentejo nunca mais vai ser o mesmo, por isso há tantos interessados nele, desde que a àgua acrescentou uma mais valia às suas terras. É tempo de arregaçar as mangas e deixar de olhar para a paisagem ... quem o quiser fazer pode sempre escolher as zonas onde o regadio não chega e ficar por aí meditando...
Confuso a 29 de Janeiro de 2016 às 16:41
O problema meu amigo, é que dentro do perímetro de rega nem todas as terras são próprias para regadio com pivôs, se calhar servem por exemplo para pastorícia, e aí as desgraçadas das azinheiras podiam continuar a fazer as suas funções de equilíbrio ambiental, veja se em Espanha não as tratam como uma riqueza patrimonial.
anomimo a 29 de Janeiro de 2016 às 21:13
Todas as terras dentro do perimetro de Alqueva, foram devidamente analizadas por equipas técnicas da EDIA. O abate ou não de azinheiras está sujeito a pareceres e em função da cultura ou culturas destinidas para a parcela em questão. É claro que o tipo de utilização dos solos que lhes vai ser dada será ao agricultor, proprietário ou arrendatário que será o responsável, em função de variados factores.
As que não têm abtidão para regadio ficaram de fora mesmo que as condutas ali passem perto, outras há que tendo aptidão ficaram também elas de fora, mas por o perimetro ainda não ter sido alargado até lá.
Tal como na politica ou no futebol há analistas para tudo, mesmo que do tema pouco percebam...
Não tenho dúvidas que a agricultura do nosso distrito caminha para um melhor aproveitamento dos nossos recursos, assim tenham os nossos agricultores juizo, para que não fáçamos do intensivo, uma forma de destruição do futuro. No meu caso quero que as minhas sejam usadas por forma a que as gerações futuras as continuem a usar com sustentabilidade...
Confuso a 1 de Fevereiro de 2016 às 10:02
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