Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
02
Jan 09

pelo que "a crise financeira internacional apanhou a economia portuguesa com algumas vulnerabilidades sérias", afirmou o Presidente da República, na sua Mensagem de Ano Novo, frisando não se poder esconder a "verdade da situação difícil em que o país se encontra" porque “As ilusões pagam-se caras” e 2009 "vai ser um ano muito difícil".

 

Os partidos reagiram assim:

Vitalino Canas (PS) garantiu que não ouviu "nenhuma crítica do Presidente da República ao Governo e às suas políticas".

Para António Borges (PSD), a mensagem do Presidente da República "relembra o carácter urgente de uma redefinição da utilização dos dinheiros públicos, com particular atenção para os grandes projectos em relação aos quais não há nenhuma confiança em relação ao custo-benefício".

"O Presidente salientou, e bem como o BE tem feito, que a crise internacional caiu em cima de uma crise que já cá estava, quando disse que a economia tinha vulnerabilidades e há oito anos que está a afastar-se do desenvolvimento dos seus parceiros europeus", realçou Fernando Rosas (BE).

Nuno Melo (CDS/PP) disse que Cavaco Silva fez uma "apreciação de verdade" sobre a situação actual em Portugal e que "a maioria tentará esconder em ano de eleições".

Paulo Raimundo (PCP) afirmou que «consideramos a mensagem oportuna ainda que a mesma fique a meio do caminho certo, porque aponta como “caminho estreito” para a saída da actual situação do país, com esta ou aquela opção estratégica, o aprofundamento das políticas seguidas até agora», salientando a necessidade de romper com as actuais políticas do Governo e defendendo que o resultado das acções governativas «estão à vista na actual situação do país».

 

publicado por Zé LG às 22:43
Concordo inteiramente de que a venda de ilusões se pagam caras.
No meu concelho, tudo tenho feito como cidadão, para que as mentiras não vençam.Mas a tarefa é dificil, sobretudo quando as ilusões são vendidas por quem o povo acredita, e até quase venera.
Quando o Partido Comunista diz que concorda com o senhor presidente, não deve estar a pensar nas ilusões que infelizmente também são vendidas nas autarquias onde é poder. Como é o caso do grande projecto da Cavandela, anunciado com um empenho e um apoio desmedido e vergonhoso, pelo tal seu grande dinossauro do poder local, chamado Fernando Caeiros. O que eu digo, em termos de apoio, do senhor Caeiros, a tal venda de ilusões, é fácilmente desmontável, infelizmente, repito. Basta ver os documentos orientadores da acção da autarquia Castrense, neste mandato que agora termina.
Porque seria que a autarquia, incluiu nos seus documentos de planeamento, tão infantilmente, um projecto privado de 500 milhões?
Caeiros não deveria ter dado à sola, (ainda por cima eleito pelos seus pares)deveria sim estar cá, para ser confrontado com as ilusões que vendeu ás gentes de todo o concelho e não só. Simplesmente lamentável, tratando-se de uma Câmara CDU!
Manuel Antonio Domingos a 4 de Janeiro de 2009 às 09:03
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