O INALENTEJO anulou o contrato de financiamento do edifício sustentável que deveria “nascer” nas antigas instalações dos serviços técnicos da Câmara Municipal de Beja, cujas obras estão paradas há já alguns meses porque a autarquia decidiu cancelar a empreitada.
Jorge Pulido Valente, presidente da autarquia de Beja, afirmou que agora é preciso resolver a questão da rescisão do contrato com o empreiteiro, aprovar novo projecto, continuar com as escavações, fazer uma nova candidatura e pedir um novo contrato de financiamento ao BEI - Banco Europeu de Investimento.
Miguel Ramalho, vereador da CDU, mostra-se preocupado com o futuro daquele espaço e com o facto do INALENTEJO ter anulado o contrato de investimento, considerando que a incompetência de Jorge Pulido Valente e do seu Executivo vão levar a atrasos que poderão significar mais de um ano para a reactivação das obras.
Aquela que era, talvez, a obra mais emblemática deste Executivo, em que o seu presidente mais apostou, corre o risco de não ficar terminada até ao final deste mandato e de se poder transformar numa "obra de santa engrácia", no centro da Cidade.
