Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
07
Fev 17

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Esta intervenção, no valor de cerca de 405 mil euros, surge no âmbito do Plano de Acção Integrado para as Comunidades Desfavorecidas, financiado pelo Portugal 2020.
De acordo com o município pretende-se intervir sobretudo na beneficiação da rede viária e pedonal existente, na reformulação das infraestruturas, tendo em vista a melhoraria das condições de mobilidade pedonal e rodoviária, valorizando simultaneamente a qualidade do espaço público, bem como construir um troço de passeio e de ciclovia com o objectivo de ligar estes bairros à rede de ciclovias já em construção.
A requalificação da área inclui, também, a renovação das redes de infraestruturas existentes, nomeadamente, pavimentação de arruamentos e passeios, rede de abastecimento de águas, rede de drenagem de águas residuais, rede de drenagem de águas pluviais, rede de telecomunicações e rede eléctrica e iluminação pública, iniciada anteriormente e já em fase de conclusão.
Para a autarquia estas intervenções vão melhorar a qualidade de vida dos habitantes destes bairros, património inestimável ligado à história mineira de Aljustrel.

publicado por Zé LG às 08:45
07
Fev 17

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Dezenas de pais e alunos da Escola C+S de Santiago Maior, em Beja, fecharam, a cadeado, as portas do estabelecimento de ensino em protesto contra a falta de pessoal auxiliar.

No 1º ciclo do ensino básico existem, neste momento, oito funcionários para quatrocentos alunos. “São poucos. É o caos no refeitório e noutros sectores”, afirmou uma mãe à Rádio Pax. “Já houve casos de deixarem alunos fechados na escola”, relatou.

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Os pais garantem que, “se a situação não for resolvida por quem de direito, os protestos vão continuar.

A Rádio Pax sabe que já houve várias tentativas para resolver a situação mas, até ao momento, não existiu qualquer resposta do Ministério da Educação e da Direção Regional de Educação do Alentejo.

O PCP já veio a público mostrar-se solidário com os protestos e sublinha os problemas "que se referem aos alunos com Necessidades Educativas Especiais, que continuam sem os técnicos e auxiliares necessários ao seu acompanhamento".

Ler e ouvir Também AQUI.

publicado por Zé LG às 00:11
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