Os seis presidentes de câmara da CDU no conselho geral da ANMP - do Seixal, Alfredo Monteiro, de Barrancos, António Tereno, do Crato, João Teresa Ribeiro, de Vendas Novas, José Figueira, de Moura, José Maria Pós-de-Mina, e de Santiago do Cacém, Vítor Proença -, consideram que o OE para 2012 representa uma agressão ao Poder Local democrático e que não for rectificado «ameaça a sustentabilidade e viabilidade do Poder Local».
Os autarcas criticam sobretudo a «redução demolidora de recursos financeiros pela conjugação de novos cortes nas transferências e sobretudo pelas disposições sobre encargos assumidos e não pagos e endividamento, a par de normas de violação da autonomia municipal». Por isso, referem que «nenhuma outra atitude que não a da mais firme denúncia e exigência de rectificação da proposta de Orçamento do Estado para 2012 corresponde aos interesses do Poder Local e da defesa da sua autonomia».

