Subscrevi um documento com o título acima referido que, partindo do princípio de “que os portugueses recusaram a hegemonia neo-liberal, dando o seu voto maioritariamente à esquerda”, considera “legítimo esperar que o futuro governo do país acolha novas políticas solidárias, relançando a prosperidade e a esperança no futuro”, o que exige “que as esquerdas se encontrem e sejam capazes de explicitar o contributo que cada um destes partidos está disposto a dar para” que sejam “estudadas as bases para um Compromisso à Esquerda que reforce as conquistas democráticas, vinculando a acção governativa a um elenco programático.”
Leia aqui o documento e o nome dos que já subscreveram este apelo e, se entender, subscreva-o também.