"Julgo ter percebido bem: ao tempo do Governo de António Guterres, a Força Aérea encomencomendou doze F-16, um supersofisticado avião de combate, que, pelos vistos, julgava essencial ter. Passados seis ou sete anos, só quatro desses aviões foram postos a voar - os restantes mantêm-se encaixotados, tal como vieram, e o Governo propôe-se agora tentar vendê-los por metade do preço ou um terço, ou ainda menos, do valor de compra. Isto é assim mesmo? E, sendo assim, pode passar impune?"
Miguel Sousa Tavares, in Expresso