A Presidente brasileira, Dilma Rousseff, garantiu em Bruxelas, que não tomará medidas de austeridade fiscal para fazer frente aos efeitos da crise económica e destacou que medidas recessivas só levam à «estagnação e ao desemprego».
Dilma Rousseff relembrou o período de dificuldades passado pelo Brasil nas décadas de 1980 e 1990 e criticou as medidas «extremamente recessivas» adoptadas na altura, que só serviram para gerar estagnação e desemprego.
A Presidente considerou que «dificilmente» se consegue sair da crise sem aumentar o consumo, o investimento e o nível de crescimento da economia e defendeu que «Os países devem agir para evitar que seus povos vivam o desemprego e perdas dos direitos sociais», acrescentando que o seu país tem conseguido aliar crescimento a distribuição de rendimentos.
