da Autoridade Florestal Nacional,
informa-se que foi classificada
de interesse público
uma árvore da espécie
Olea europaea L. var. europaea,
vulgarmente conhecida por oliveira,
existente junto ao Castelo de Alvito,
actualmente Pousada de Portugal.
Esta oliveira é conhecida
como a Oliveira dos Namorados,
por alguns casais namorarem no seu interior,
antes de ter sido trazida da Serra
para a Vila de Alvito.
Segundo uma nota interna assinada pelo presidente da CCDRA, João Cordovil, "já está definida a composição da nova Equipa Dirigente da CCDR ALENTEJO, sendo Vice-Presidentes a Drª Lina Jan e a Drª Paula Nobre de Deus, que em breve iniciarão funções. Está igualmente definida a nova composição da Comissão Directiva do INALENTEJO, sendo os novos Vogais o Dr. Manuel Nobre (Vogal Executivo) e a Prof. Drª Joana Neves (Vogal não Executivo). Mantêm-se em funções os Vogais indicados pelos Municípios, Fernando Caeiros (Vogal Executivo) e Alfredo Barroso (Vogal não Executivo). Como é do vosso conhecimento o Presidente da CCDRA preside, por inerência, à Comissão Directiva do INALENTEJO".
Afirmações sucessivas de “buracos” financeiros, devoluções de verbas dos fundos comunitários e de que “é necessário” procurar “um parceiro privado”, parecem, mais do alimentar guerras partidárias, indiciar intenções, que ainda não se pretendem clarificar, de privatizar os lixos.
O Secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca garantiu, esta manhã, aos autarcas de Sines e Grândola e aos representantes da associação do montado e da Quercus o aproveitamento de um ramal de Ermidas para a linha de mercadorias do troço Sines – Grândola (Norte).
Tenho acompanhado com estupefacção e preocupação o caso do conflito aberto entre o jornalista Mário Crespo e o primeiro-ministro, que surge pouco tempo depois do caso do artigo fabricado sobre as escutas à presidência e do caso Manuela Moura Guedes e TVI. Intensificam-se as acusações e suspeitas de interferência do poder político nos media e de condicionamento da liberdade de imprensa.
No índice de liberdade de imprensa todos os anos publicado pela Organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Portugal ocupava em 2009 o trigésimo lugar. Embora com uma acentuada queda de 14 lugares face ao ano anterior, ainda assim acima da Grécia (35 posição), França (43) Espanha (44), Itália (49). Não quero com isto dizer que a situação não seja grave mas é também de salientar que, de acordo com a RSF a liberdade de imprensa decresceu substancialmente em toda a Europa.
Leia aqui o resto deste oportuno texto de Júlia Alhinho, sobre “A liberdade de imprensa, censuras e poderes”.
Manoel de la Formosela olhava à volta e nem queria acreditar no que via. A água escorria das prateleiras de cima para as de baixo e destas para o chão e os livros estavam todos ensopados. Arregaçou as calças, pois a água chegava-lhe às canelas, e andou de estante em estante, de livro em livro, como se quisesse ou necessitasse de se certificar que não era um pesadelo o que os seus olhos viam. Como se quisesse confortar cada um dos livros. Por fim, sentou-se numa cadeira e ali esteve a olhar, a olhar sem conseguir dizer nada. Tudo lhe parecia um pesadelo. E esteve assim muito tempo. Tanto tempo que até os seus olhos ficaram molhados, ou da água ou das lágrima. Não sabemos.
Este é apenas um trecho do romance de Joaquim Figueira Mestre A Imperfeição do Amor, editado pela Oficina do Livro, que me parece auto-biográfico do autor, pelo amor que ele tinha pelos livros, como o Manoel de la Formosela.
O Mestre, o “Nelo” para alguns, fazia hoje 55 anos. Continuas a fazer-nos falta.
É isto que dói, é isto que revolta e é isto que agita... dar voz à verdade e levantar da terra aflita, as gentes e as vontades de verdade, contra quem nada faz mas grita, para dizer o que pensa que ilude a realidade apregoando coisas que a gente não vê, a alma não sente e a terra ouve, firme e calada, sorrindo para si mesma e triste ao ver passar a História que há muito deixou de se escrever aqui, ao sul, a tinta... Não é uma fatalidade... é o preço da desesperança que imobiliza os que sabem e desmobiliza os que não resistem à dose de aparente poder ganho por nada fazerem... seria talvez a hora de nos sentarmos e escrevermos, sem compromissos partidários, o Caderno Cívico para a Revitalização do Alentejo e levá-lo à discussão, connosco, a todas as instâncias do poder regional, nacional e europeu... sem quebrar, nem ceder perante as aparentes concordâncias conjunturais... e ir até ao fim de uma jornada de luta que não pode parar nos corredores de todas as instituições e entidades a percorrer, onde os bloqueios espreitam sob a forma de paliativos e promessas de resolução sempre adiada. Escreveu Ana Paula Fitas num comentário que aqui deixou.
Na sequência da disponibilidade imediatamente manifestada por algumas pessoas para participarem na elaboração do proposto “Caderno Cívico para a Revitalização do Alentejo”, Ana Paula Fitas questionou: Como é que sugere que nos organizemos? Um encontro entre pessoas disponíveis para o efeito que possam compilar e redigir informação para elaborar o documento e definir uma estratégia para a sua divulgação no quadro de um cronograma que nos permita concretizar esta tarefa?
Quem quer contribuir para esta tarefa, a começar por propostas da melhor metodologia a seguir?
António Serrano desloca-se dia 13 às instalações da Carmim – Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz, para uma reunião com o sector cooperativo e para a assinatura de contratos no âmbito do PRODER – programa comunitário de apoio a projectos de desenvolvimento rural.
o convite que fiz aqui a todos os interessados para darem a sua opinião sobre a avaliação que fazem deste primeiro período do novo mandato autárquico, quer pelo número de comentários quer porque noutros concelhos foram os próprios executivos municipais a fazerem esse balanço, como se pode verificar aqui.
é o tema de um
Ciclo de Conferências
que a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo organiza,
com a colaboração de Teresa e Jorge Fonseca,
de Fevereiro a Novembro.
O Ciclo de Conferências
“A Primeira República”,
arranca a amanhã, no Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo,
pelas 18h00, com a Conferência
“A República em perspectiva regional: política, sociedade e novas instalações”,
pelo Dr. Fernando Gameiro (CIDEHUS/Universidade de Évora).
“Vivemos na região mais atrasada, não só do país como da Europa.
Vivemos numa região com cada vez menos gente, duplamente envelhecida, com pouca formação profissional e um nível de desemprego superior ao do resto do país.
Vivemos numa região de grandes recursos naturais, culturais e ambientais.
Porquê esta contradição? Será fatalidade?
Será por fatalidade que a nossa região se tem limitado a ser um corredor de passagem?
Será por fatalidade que a nossa agricultura se encontra atrasada e não é realizada um reforma agrária que provoque a necessária reconversão agrícola e desenvolva o meio rural?
Será por fatalidade que não é implementado o Plano de Rega do Alentejo nem são aproveitados os múltiplos fins de Alqueva?
Será por fatalidade que o aeroporto de Beja não é utilizado simultaneamente para usos civis; à semelhança do que acontece com outros aeroportos militares?
Será por fatalidade que as estradas que permitam ligações fáceis Beja – Mértola – Vila Real de St.º António, Sines – Beja – Ficalho – Sevilha e Beja – Odemira – Costa Alentejana tardam em ser arranjadas?
Será por fatalidade que a via férrea que liga Beja ao Algarve não é melhorada e o ramal de Moura foi encerrado?
Será por fatalidade que não é acrescentado mais valor às matérias-primas regionais?
Será por fatalidade que a riqueza aqui gerada não é aqui reinvestida?
Será por fatalidade que na distribuição dos fundos comunitários a nossa região é a menos beneficiada?
Será por fatalidade que o PDR prevê o agravamento da situação de subdesenvolvimento em que nos encontramos, contrariando um dos principais objectivos da CEE – a atenuação das assimetrias regionais?
Será por fatalidade que a Regionalização continua congelada sendo exercidos os poderes que deverão caber às Regiões por órgãos desconcentrados do Poder Central sem ter em conta as aspirações das populações?
Não! Nada disto, e muito mais, acontece por fatalidade mas por vontade (ou falta dela) dos homens, ou melhor, por falta de vontade política de quem detém o poder.
Mas é preciso não esquecer que a vontade dos homens e as vontades dos poderes constituídos também se mudam.
É isso que tem de acontecer para que o desenvolvimento e o progresso da nossa região e o bem-estar das suas gentes se transformem de miragens em radiosas realidades.
Tem de acontecer e rapidamente sob pena de perdermos irremediavelmente o comboio.
Para isso é preciso tocar a reunir. É preciso reunir todas as vontades, sem excepção, e definir o maior denominador comum para o desenvolvimento da nossa região.
…
Não podemos nem devemos permitir ser comandados por quem não está sufragado para tal – a CC(D)RA. Para isso é importante termos um modelo de desenvolvimento integrado, termos propostas e projectos concretos e prontos, termos definido o papel que cabe a cada interveniente no processo, termos, afinal, definido o maior denominador comum para o desenvolvimento da nossa região pelo qual nos saibamos bater e lutar.
15 de Maio de
Não é engano, a data é mesmo esta! Há vinte anos que proferi, enquanto presidente da AMDB, esta declaração (expurgada de alguns, poucos, pontos que, entretanto, ficaram desactualizados ou com menos interesse) no acto de assinatura do contrato para a elaboração do PIDDBE – Plano Integrado de Desenvolvimento do Distrito de Beja.
Duas décadas passadas, com três Presidentes da República – Mário Soares, Jorge Sampaio e Cavaco Silva, oito governos - PSD/Cavaco Silva (2), PS/António Guterres (2), PSD-PP/Durão Barroso, PSD-PP/Santana Lopes e PS/José Sócrates (2) e diversas maiorias na região, quer na AR quer dos municípios, quase sempre do PS, e o que mudou desde então? É claro que algo mudou – o empreendimento de Alqueva e o Aeroporto de Beja estão quase prontos, embora, duas décadas (!!!) depois, ainda não estejam prontos e a funcionar – e outros projectos foram executados e existe outro dinamismo nalguns sectores. Mas no essencial, no que eram então os traços que caracterizavam esta região, o que mudou?
Joaquim António Rosado Valente nasceu em Santo Amador, tendo passado grande parte da sua juventude em Moura, é licenciado em Economia, pelo Instituto Superior de Economia, actual ISEG, onde exerceu as funções de docente, e autor de várias obras e artigos dispersos em diversas revistas da especialidade. Com larga experiência exercida nos cargos ocupados, passando pelos Órgãos Sociais da OTOC, Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, onde exerceu funções, e, actualmente, nas direcções da Apotec e Apec, formalizou a sua candidatura a Bastonário da OTOC, encabeçando a Lista B. As eleições decorrerão no próximo dia 26.
é o terceiro romance de Carlos Campaniço, natural de Safara, que é apresentado hoje, pelas 15 horas, na antiga fábrica de Moagem de Safara, e que tem por base uma ilha no Mediterrâneo que ainda não foi descoberta “…e é um livro tripartido de acção, onde primeiro passa a acção num local não identificado no Mediterrâneo, depois dá-se uma viagem até a personagem principal encontra a ilha e depois, finalmente, encontra a tal ilha ainda a viver como no tempo da Grécia Antiga, no tempo da Grécia Clássica, é uma história de amor, com contornos históricos, num tempo dividido entre um período clássico e um período mais contemporâneo…”.
é o primeiro trabalho discográfico do Grupo de Cantares da Serra de S.Martinho, que é apresentado por José Alberto Sardinha e José Francisco Colaço, este sábado, no Salão do Centro Social de Amoreiras-Gare, contando com um tarde cultural, onde não faltarão os cantadores de despique e baldão, os poetas e os cantores de intervenção Francisco Fanhais e Afonso Dias.
Antero Silva da Associação para o Desenvolvimento de Amoreiras – Gare disse que foi a ausência de um registo desta forma de cantar - o cante ao baldão e despique - e de forte tradição nesta zona do concelho de Odemira, que levou ao surgimento deste projecto.
Alunos do 2º ano do curso de Biologia da ESAB, com o apoio da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo, realizam, hoje, na localidade de Gasparões, um workshop sobre “Cogumelos Silvestres” - “uma formação extra-disciplinar, que tem por base a observação e identificação de cogumelos silvestres. Sensibilizar para a distinção entre espécies comestíveis e não comestíveis, assim como, para a necessidade de preservação deste fungo dentro do ecossistema, não fazendo uma apanha descontrolada são os objectivos. Por todos estes motivos, a formação é dirigida à comunidade escolar e população em geral”.
O primeiro-ministro José Sócrates vai estar este sábado
A CDU voltou, ao fim de oito anos, a liderar os destinos da Câmara Municipal de Alvito. João Penetra, actual presidente, foi eleito, embora com maioria relativa, e aposta no empreendedorismo e no desenvolvimento económico, de modo a potenciar o progresso do concelho. O autarca acredita que o município não está condenado ao subdesenvolvimento e que este mandato será um grande desafio.
João Penetra está à frente da Câmara Municipal de Alvito e pretende gerir a maioria relativa apelando ao bom senso da oposição. Para o autarca, "o objectivo dos eleitos deve de ser o progresso e o desenvolvimento do concelho". As Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2010 já foram aprovados e as prioridades vão para a construção da escola básica integrada e para a captação de investidores, de modo a que se possam fixar empresas. João Penetra considera que "não se faz desenvolvimento em quatro anos, mas que pode dar-se um pontapé de saída muito forte". O autarca da CDU quer, assim, "construir os alicerces" e fazer ponto de honra dos três grandes pilares que definiu: desenvolvimento económico, apoio social e educação.
Esta é a introdução à entrevista feita ao actual presidente da Câmara Municipal de Alvito pela jornalista Bruna Soares (Fotos José Ferrolho), publicada na edição desta semana do Diário do Alentejo, que pode ler aqui.
é o lema do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que, depois aberta em Madrid, pela Comissão Europeia e pela Presidência espanhola da União Europeia (EU) , tem a abertura oficial em Portugal agendada para amanhã, em cuja cerimónia estarão presentes a EAPN e a REAPN, cuja mensagem pode ser consultada AQUI.
O Mosteiro de S. Bento de Cástris e a Congregação Autónoma de Alcobaça (1567-1776) é o título do livro de livro de Antónia Fialho Conde, que é apresentado esta sexta-feira, às 18 horas, na Biblioteca Pública de Évora.
A autora é doutorada em História e mestre em Recuperação do Património Artístico e arquitectónico. É Professora Auxiliar do Departamento de História da Universidade de Évora, onde lecciona nas áreas científicas de História Moderna e de Património, participando habitualmente em eventos científicos de âmbito nacional e internacional nestas temáticas.
Em que os que têm tudo, menos rosto, já se sabe, depois de terem saqueado miseravelmente os bolsos do POVO se comprazem agora em roubar-lhe a dignidade?
Os nossos velhos, os nossos desprotegidos merecem mais, se não lhes conseguimos dar o conforto que merecem, ao menos o respeito que exigimos para nós, temos de exigir para eles, denuncia M. Sampaio, numa crítica à Segurança Social, que em Dezembro anunciou que os pagamentos das prestações sociais (abonos, desemprego, RIS) iriam ser pagos através de cheques não endossáveis.
A Segurança Social, mais uma vez, actuou com desmazelo, com sobranceria, num total desrespeito para com aqueles que deveria prioritariamente proteger.
O A Câmara Municipal de Nisa cedeu nas pretensões dos trabalhadores do município que exigiam a criação de lugares no Mapa de Pessoal para 2010 e a mudança de posicionamento remuneratório, por via da opção gestionária, de 49 dos funcionários, depois dos trabalhadores promoveram, pela terceira vez, um protesto em frente aos Paços do Concelho, para exigir os seus direitos, aos quais se opunham os vereadores da oposição (PS e PSD).
é o lema para uma manifestação nacional de trabalhadores da Administração Pública que decorre, esta tarde, em Lisboa.
Os trabalhadores lutam pela recuperação do poder de compra, pelo vínculo público, contra o emprego precário, pela efectivação de direitos, pelo direito à carreira profissional, por uma avaliação justa, em defesa da contratação colectiva e pela revisão do código do trabalho.
O Instituto de Turismo de Portugal (ITP) adquiriu o campo de golfe de Marvão por mais de 565 mil euros. A proposta apresentada pelo ITP, uma das entidades credoras daquele equipamento, foi a única que surgiu desde que a venda extrajudicial foi anunciada.
A venda do campo de golfe de Marvão, envolvido num processo de insolvência há vários anos, decorreu no Tribunal de Castelo de Vide, através de uma acção extrajudicial que se encontrava em curso.
Embora concordando com as críticas, não posso deixar de perguntar: O que andaram a fazer até agora, para só agora ter descoberto estes problemas? Porque é que estes problemas não foram levantados no ano passado, quando já existiam, e estão a sê-lo agora? Quem é o responsável por tais programas? Não é da Administração Central, da responsabilidade do governo, que é do PS?
Para onde quer que se vire, o novo presidente da Câmara Municipal de Beja e mais um conjunto de entidades autárquicas só descobre “buracos”, que continuam a alimentar a polémica entre a actual maioria do PS e a antiga da CDU no Executivo Municipal de Beja. Agora foi a vez da AMALGA e da Resialentejo.

O Conselho Geral necessitou de uma segunda volta para assegurar a maioria absoluta. Carlos Braumann é professor catedrático do Departamento de Matemática e era um dos sete candidatos à eleição para reitor da Universidade de Évora que decorreu esta tarde.
Carlos Braumann, que substitui Jorge Araújo à frente da Universidade, conquistou 15 votos do Conselho Geral, contra nove obtidos pelo candidato Carlos Marques. Houve ainda um voto
Carlos Júlio
é o tema do próximo evento organizado pela Associação Alentejo de Excelência, promotora do Fórum Alentejo 2015, uma Conferência – Debate, que terá lugar em Alcáçovas, na Sala de Conferências da Sociedade União Alcaçovense, no próximo dia 6, pelas 15h30, com os oradores confirmados António Serrano, ministro da Agricultura e professor universitário, e Luís Capoulas, deputado, ex-secretário de Estado da Agricultura e empresário agrícola.
Alvito
Grupo Desportivo e Cultural de Alvito
Grupo Desportivo e Cultural Baronia
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